eus-schooleus-schoolhttps://www.eus-school.com/blog-2Criação ou crítica? De que lado estás?]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/03/06/Cria%C3%A7%C3%A3o-ou-cr%C3%ADtica-De-que-lado-est%C3%A1shttps://www.eus-school.com/single-post/2019/03/06/Cria%C3%A7%C3%A3o-ou-cr%C3%ADtica-De-que-lado-est%C3%A1sWed, 06 Mar 2019 11:53:28 +0000
Tanto que conseguiríamos mudar se estivéssemos mais tempo dedicados à criação e menos à crítica. Este é um pensamento óbvio e até unânime, mas de tão recorrente, não resisto a deixar aqui umas palavras.
Vamos lá então mais fundo tentar perceber porque é que tantas vezes nos escondemos atrás desta postura fácil da crítica. Porque é que isto acontece?
Criticando vamos conseguindo passar uma imagem de activos, mantendo tudo na mesma.
Porque a crítica, sendo uma energia dispersa, distrai-nos e tira de nós o foco principal da criação. E isso é tudo o que o nosso ego quer para manter tudo na mesma, para manter a nossa imagem intocável.
Criticar retira-nos da responsabilidade de acrescentar.
Criticar traz-nos a ilusão de que estamos a contribuir. A crítica é positiva quando é potenciadora de um pensamento, quando traz discernimento, alternativa. Sendo apenas deixada na sua fase destrutiva que é o que na maioria das vezes acontece, não há processo que continue, não há alquimia que se faça.
Curiosamente, as pessoas que mais vejo criticar são, na sua essência pessoas altamente criativas, mas com medo da sua própria criação, do encontro profundo consigo próprias.
É mais fácil criticar (do mais pequeno ao maior tema), do que meter mãos à obra e criar, expressar, contribuir.
Se tens em ti activa esta energia da crítica, sabe que em igual medida tens o seu contraponto em desejo absoluto de expressão. Esta expressão da criação dá saúde, dá continuidade, dá evolução. A crítica isolada por seu turno, traz estagnação, pessimismo, descrédito.
Se ficarmos nesta energia, é esta a vibração que estamos a convidar para a nossa vida; é este o pano de fundo que estamos a colocar na nossa existência, atraindo cada vez mais e mais razões para exercermos o nosso papel. É "poucochinho" para ti, não é?
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Se nada fizeres, o fosso só vai aumentar]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/24/Se-nada-fizeres-o-fosso-s%C3%B3-vai-aumentarhttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/24/Se-nada-fizeres-o-fosso-s%C3%B3-vai-aumentarSun, 24 Feb 2019 16:01:09 +0000
Dizemos isto vezes sem fim, e ainda assim, é um dos temas que mais nos traz pessoas: trabalhares no que gostas é um direito que tens de nascença, não é algo reservado apenas a alguns.
Provavelmente acreditas nisto do ponto de vista teórico, mas quando olhas para ti, cada vez te sentes mais longe dessa realidade. Conhecemos bem essa dinâmica que, de subtileza em subtileza, nos leva a construir um enorme fosso entre nós e a nossa realização.
Vê se não é mais ou menos assim…
#1 Começas a duvidar se algum dia vais poder ter o trabalho dos teus sonhos
Já tens dúvida dos teus talentos, e se sequer tens alguns; quanto mais imaginar que um dia vais encontrar a fórmula perfeita para te expressares e ganhares a vida através dos teus dons.
#2 Começas a contar para ti própria a história de que o que tens, já é melhor do que muito que vês ao lado
Sob o disfarce barato da gratidão (e atenção que é uma das virtudes que mais admiro), manténs-te onde estás, resistindo a toda e qualquer oportunidade de evolução.
#3 Não entendes o que vieste aqui a fazer, e qual é que pode ser o teu contributo para este mundo
Já não acreditas em ti e muito menos na possibilidade de teres realmente um espaço reservado no mundo que só os teus talentos e a tua expressão podem preencher.
#4 Necessitas do feedback exterior para teres oxigénio para dar o teu próximo passo
Precisas daquela aprovação que parece que te dá a tranquilidade necessária para fundamentares as tuas escolhas.
#5 Tens mais facilidade em antecipar o que pode correr mal do que o que pode correr bem
A tua mente está a operar a partir de uma plataforma de ressentimento e frustração, e portanto começas a ver todas as experiências à luz deste legado.
Tudo isto são sinais de que estás há muito tempo numa actividade que te consome e te tira energia. Quando estamos alinhados com o nosso propósito, a nossa vida flui e o nosso trabalho torna-se uma forma de expressão que nos acrescenta e nos traz energia.
Mudamos todo um mindset e passamos a ver tudo de uma forma leve e com um enorme acreditar. A vida transforma-se num cenário de infinitas possibilidades, todas organizadas para nos ajudarem no nosso propósito. (Afinal foi sempre assim, tu é que não conseguias ver. Anos de frustração e ressentimento toldaram-te a pureza dos teus olhos).
Mas não tem de ser assim !
Investe em ti e na descoberta de um trabalho que te preencha e realize. Não só a vida ganha outra graça, como tu ganhas outra dimensão.
Desejamos-te uma vida cheia de propósito !
Rita e Rodrigo
PS: Adorávamos saber como te sentes relativamente a este tema. Partilha conosco nos comentários. E partilha por favor com alguém que aches possa estar a precisar.
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Os sinais claros de que não estás a ser verdadeira contigo própria]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/22/Os-sinais-claros-de-que-n%C3%A3o-est%C3%A1s-a-ser-verdadeira-contigo-pr%C3%B3priahttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/22/Os-sinais-claros-de-que-n%C3%A3o-est%C3%A1s-a-ser-verdadeira-contigo-pr%C3%B3priaFri, 22 Feb 2019 19:06:27 +0000
Quando estamos a viver a nossa vida normal, um acontecimento atrás do outro, raramente nos damos conta do quão desligados podemos estar daquela que é a nossa essência, da nossa verdade.
É quando paramos que podemos ter consciência da forma como estamos realmente a viver a vida. São subtis os sinais, mas poderosos no seu impacto.
Estes são alguns…
A quantidade de trabalho que tens, zanga-te !Estás constantemente a precisar do feedback exteriorComeças a duvidar que algum dia consigas o trabalho dos teus sonhosA tua herança genética explica mais de metade das tuas incapacidadesComeças a ter vergonhas das tuas aspiraçõesPerdeste o entusiasmo e achas que a idade só vai agravar este tema.
O que te queremos dizer é que não tem de ser assim !
Estes são sinais claros de que estás efectivamente desconectada da tua verdade.
Quando fazes o que amas, quando estás em plena expressão dos teus talentos, não há lugar a zanga. O ressentimento só surge, quando o que estás a fazer é feito em esforço. E por isso também se torna inevitável a necessidade de aprovação, de reconhecimento por parte dos outros. O que fazes não é fruto de pura expressão, e assim sendo, abres um espaço, uma falha, que tem de ser preenchida com reconhecimento.
Quando estás em perfeita ligação contigo própria, acreditas no mundo das infinitas possibilidades e sabes que o trabalho os teus sonhos vai aparecer como consequência de um cada vez maior alinhamento contigo própria.
Esta postura traz-te entusiasmo e passas a olhar a vida como um laboratório vivo, que está organizado para a tua evolução; um espaço onde a tua criatividade e a tua expressão se tornam matérias essenciais de uma dinâmica maior. A idade passa a ser o garante de que todos os dias terás mais uma oportunidade para te experienciares neste deslumbrante mundo das infinitas possibilidades.
Esta mudança de paradigma só exige uma coisa - que te dediques a ti, como a peça mais sagrada que és. Que te explores. que tenhas ambições e que alimentes sonhos que te incluam. É isso que te vai permitir desenhar a vida com que sempre sonhaste. E mais ainda…
Em amor infinito,
Rita e Rodrigo
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Entre ti e a vida que desejas estão apenas 3 coisas]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/07/Entre-ti-e-a-vida-que-desejas-est%C3%A3o-apenas-3-coisashttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/07/Entre-ti-e-a-vida-que-desejas-est%C3%A3o-apenas-3-coisasThu, 07 Feb 2019 20:16:40 +0000
Já fizeste inúmeros esforços para moldar a tua vida e parece que nada verdadeiramente acontece? A vida continua com aquela mesma falta de graça...
Muito provavelmente estás a ficar parada numa destas etapas.
Entre ti e a vida que sonhas estão coisas muito mais simples do que possas pensar. Basta apenas teres atenção.
#1 A tua visão
Ou seja, saberes o que tu queres ao teu mais alto nível.
A maior parte das pessoas não tem consciência que o maior obstáculo à mudança está em não sabermos o queremos.
É impossível desenhares uma vida à tua medida se não sabes qual é a tua medida, se não sabes quem és. As tuas qualidades, a tua ambição, o teu desejo têm de ditar toda a tua vivência, e não o contrário. (Sob pena de passares uma vida a alinhar “patinhos” e depois chegares à conclusão de que afinal, aqueles patinhos não são os teus).
#2 As tuas acções
Nada se faz sem o nosso contributo, sem a nossa acção.
Entenderes de uma forma prática e sistemática, quais os passos que tens de dar para atingires esta tua visão é essencial à sua implementação. Identificares todos os passos, não quer dizer que os tenhas que fazer todos de uma vez. Apenas que estás a identificar, a trazer à consciência, tudo aquilo que terá de ser feito.
A nossa cabeça precisa desta dualidade entre profundidade e praticalidade. Precisamos de ir fundo no que queremos, mas depois temos de ser práticos na sua implementação.
E por falar nisto, por esta altura, segunda semana de Fevereiro, a maior parte das pessoas abandonam os seus planos do ano. E porquê? Porque lhes falta a praticalidade, a consistência e o entusiasmo. (Tudo aspectos que conseguimos resolver com o Joy Planner !)
#3 A tua determinação
Aqui é onde muitas vezes caímos na armadilha da inércia. Os dois passos anteriores são ocasionais, precisam de nós naquela altura e pronto. Este não. Este precisa de nós diariamente. Da nossa força, da nossa coragem, persistência e determinação. Qualidades que vais ter mesmo de começar a cultivar em ti se quiseres estar em permanente evolução.
Põe a mexer o que estiver mais parado e mais parado o que estiver a mexer.
Cultiva a consistência. Aparece. Para ti e para a tua vida.
Desejamos-te um fim de semana lindo.
Em amor de transformação,
Rita e Rodrigo
N O V I D A D E S
As candidaturas à nossa edição anual do Programa Master Your Life,
estão oficialmente abertas.
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Quanto mais tempo queres viver em piloto automático?]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/01/Quanto-mais-tempo-queres-viver-em-piloto-autom%C3%A1ticohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/02/01/Quanto-mais-tempo-queres-viver-em-piloto-autom%C3%A1ticoFri, 01 Feb 2019 16:07:00 +0000
Chegaste provavelmente a um patamar em que deste por ti várias vezes a pensar ... a vida perdeu tanta da sua graça. Começas a vivenciar frustração, descrédito e até falta de confiança, em ti e na vida. Tens nas tuas mãos uma vida que não reconheces, que sentes que não escolheste, que parece que não está feita para ti.
A vida está cada vez mais despida de significado; cansaste de andar de terapeuta em terapeuta, de programa em programa, sem nunca conseguires a verdadeira transformação;As áreas da tua vida que eram mais naturais para ti, como por exemplo o trabalho ou a família, e que tanto gostavas, já não estão assim tão interessantes;Questionas vezes sem fim, a quantidade de tempo que perdes com assuntos que realmente não te interessam; e a quantidade de vezes que vais a programas que nada têm a ver contigo;Até o desejo que era uma coisa tão forte em ti, te tem deixado de visitar;Arranjaste as tuas próprias anestesias, a que recorres de forma impulsiva para calar esta voz que já não consegues mais deixar sem resposta;E se calhar mais…
O que te queríamos dizer é que não tem de ser assim.
Isto é aquilo que acontece quando vivemos a vida de forma automática, sem consciência, sem escuta, sem verdadeiramente nos levarmos em conta. Acabamos por viver vidas semelhantes aos que nos rodeiam. E o problema é que estes também vivem vidas semelhantes aos que os rodeiam. Um ciclo quase inevitável que nada te acrescenta.
E Porquê?
Porque não te tem em conta. A tua vida não está feita para ti.
Nós somos seres criadores, com um conjunto de características que nos conferem um papel único no mundo. Este papel traduz-se em contribuições exclusivas que podemos fazer em cada área da nossa vida. Que nos acrescentam porque permitem a nossa expressão; e acrescentam a quem connosco contacta porque também acrescentam à sua expressão.
É preciso trazermos quem somos para o nosso dia a dia, e desenharmos uma vida que realmente tenha a ver connosco. Onde possamos realmente acrescentar e ser acrescentados por este processo.
Em eterna criação.
E tu? Em que ponto estás deste processo?
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E se de repente descobrisses um mundo onde tu e ele se podem encontrar?]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/27/E-se-de-repente-descobrisses-um-mundo-onde-tu-e-ele-se-podem-encontrarhttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/27/E-se-de-repente-descobrisses-um-mundo-onde-tu-e-ele-se-podem-encontrarSun, 27 Jan 2019 18:38:42 +0000
(A tua evolução é tão mais fácil a dois…)
Tenho que vos contar que uma das coisas que mais faz diferença na minha vida é ter ao meu lado, alguém que me entende, que caminha comigo e que sobretudo partilha comigo o mesmo desejo de acrescentar ao mundo.
É para mim um orgulho quando vejo homens assim. E será sempre para mim um desafio, contribuir para algo que ajude ao acordar global do todo, de todos os homens, de todas as consciências, de todos os talentos. O mundo precisa disso, e nós também!
Foi com este propósito que escrevemos o Marcas de Propósito, um livro que tem como missão, mostrar como é que uma maior ligação à essência, das pessoas e das marcas, nos pode ajudar a criar um maior impacto no mundo.
Quando actuamos a partir da nossa essência, activamos o que existe de mais original em nós. Ficamos mais perto do nosso estado mais puro, e portanto dos nossos talentos e da nossa originalidade. Aumentamos a nossa auto-confiança porque já não duvidamos mais da nossa capacidade única de acrescentar.
E agora imagina que podes ajudar quem contigo está, a embarcar numa viagem assim, e com isso transformar toda uma forma de pensar (e de actuar) no mercado?
Sim, é um convite. Um convite a um despertar, a uma nova visão, a um abrir de horizontes; a um pensamento maior que faz de quem connosco está, efectivamente um homem maior.
E foi por tudo isto, que este ano resolvemos fazer diferente. Convidamos as mulheres a presentearem os seus companheiros com significado e propósito. Um pensamento em que eles trazem uma visão maior para eles e para as empresas com as quais colaboram. Um caminho em que a expressão de cada um traz uma maior felicidade a todos.
Deixamos-te aqui um pequeno excerto que fala exactamente da benção que é termos lideres com propósito a liderarem empresas com propósito.
[Agora imagina que um deles era a pessoa com a qual partilhas a vida...]
Quando toda uma empresa funciona numa lógica de contribuição com significado, as pessoas são levadas a adotar para si esta atitude passando os líderes a ser confrontados também com esta necessidade de significar, de inspirar, de fazer a diferença na vida dos outros. Na sua vida profissional e também na sua vida pessoal. Ninguém consegue ser uma coisa na empresa, e outra em casa. É no trabalhar assumido destas dimensões que assistimos a verdadeiras transformações.
Sai aqui reforçada com este processo a necessidade de termos líderes carismáticos, capazes de se inspirar e de inspirarem com o seu exemplo.
Mudar o mundo não exige planeamento nem perfeição. Exige abertura, vontade e humildade. Exige aceitarmos que nós próprios estamos também em processo de mudança. Exige sabermos que a evolução vai tornar obsoletas algumas verdades que antes entendíamos como absolutas.
Exige abandonar o mundinho dos egos, a cultura do valor próprio assente na imprescindibilidade, para passarmos ao mundo da relevância pela autenticidade.
Estas são as empresas do futuro e os homens do futuro. Líderes de Propósito, seres carismáticos, que inspiram e se deixam ser inspirados. Que têm na sua companheira uma eterna fonte de inspiração. Cabe-nos a nós, conseguirmos encontrar assuntos que sejam capazes de fazer a ponte; entre a magia que gostamos e a realidade em que eles vivem; entre o que nos acrescenta a nós, e o quanto lhes pode acrescentar a eles (e aos quantos que com eles contactam).
Este livro é a prova viva dessa ponte. Um livro que aborda as raízes dos temas económicos, com os olhos de um pensamento maior, e o coração e a magia que sustentam a visão de um mundo melhor.
Se esta temática de um Propósito Maior te interessa, e temos a certeza que sim, vamos-te ajudar-te neste movimento. Até ao dia 14 de Fevereiro, oferecemos-te portes grátis na compra deste livro. Para que possas acrescentar também a quem contigo está !
Só tens de acrescentar o código FREESHIP.
PORTES GRÁTIS
na compra do livro Marcas de Propósito
PROMOCODE: FREESHIP
valido até 14.02.2019
Este ano, é a nossa vez de mimar alguém! Com propósito, com significado, com Pensamento Maior ! Porque eles merecem, e nós também !
Em amor de propósito,
Rita
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Fala-nos das tuas resistências, e nós apontamos-te as tuas oportunidades]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/20/Fala-nos-das-tuas-resist%C3%AAncias-e-n%C3%B3s-apontamos-te-as-tuas-oportunidadeshttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/20/Fala-nos-das-tuas-resist%C3%AAncias-e-n%C3%B3s-apontamos-te-as-tuas-oportunidadesSun, 20 Jan 2019 14:47:40 +0000
Sempre que estamos na iminência de começar um retiro, inundam-se as caixas postais com os maiores desabafos, de quanto tantas pessoas gostariam de ir, e tudo o que as impede.
Nós ficamos contentes. As resistências são um indicador de que o processo está vivo e latente dentro de cada um de nós. Não houvesse interesse, não haveria resistência. E depois, em cada resistência existe efectivamente uma pista para iniciarmos um profundo processo de transformação.
Vejamos então o que acontece numa perspectiva mais profunda e energética, quando estamos perante uma resistência.
Primeiro, só existe resistência quando existe uma possibilidade de um movimento contrário. Quando estamos prontos a fazer algo por nós, e que sabemos nos vai transformar, a primeira reação é a resistência.
Segundo, a resistência que normalmente apontamos não é nunca a verdadeira resistência. É aquela que a nossa mente racional categoriza para nosso entendimento e aceitação. E dos outros.
Ora vê…por exemplo, se a tua maior resistência for…
…não ter dinheiro; sabe que por trás disso está uma enorme resistência a assumires o teu valor. Dinheiro é a energia que os homens instalaram para a troca de talentos. E os teus talentos têm um valor, assim como têm os das outras pessoas. Honrarmos isto, é honrarmos o valor que existe em nós.
…deixar a família; muito provavelmente por trás disso está uma enorme resistência à verdadeiro conexão, aquela que implica experiências temporárias de desconexão física, para uma maior conexão de alma. As verdadeiras relações são relações saudáveis que sustentam o crescimento de cada um dos seus elementos, e que abraçam todos os pontos de entrada de luz.
…assumir o interesse na matéria; esta é uma resistência clara à nossa verdade. Quando pensamos que os outros não vão aceitar o nosso interesse por este ou aquele conteúdo, esta ou aquela matéria, é porque dentro de nós, ainda existe espaço para uma maior clareza, para um maior aprofundamento. E isto vai-nos fazer claro dar mais um passo nesse sentido.
…lidar com o desconhecido; esta é a roupa que a nossa resistência à expansão normalmente usa. É uma resistência natural criada pelo ego na sua tentativa de manter tudo na esfera do controlado. Mas não é assim que a nossa alma se expande. Isso acontece quando desafiamos as fronteiras do que conhecemos numa tentativa da sua expansão.
Conhecermos a natureza das nossas resistências pode-nos trazer enormes pistas sobre o que realmente nos espera do outro lado do desafio. Podemos vencer os nossos medos, abraçar as nossas resistências, e fazer delas a ponte que nos leva a uma versão mais evoluída de nós.
Em amor reforçado,
Rita e Rodrigo
PS: estes são as resistências que as pessoas mais partilham quando confrontadas com a vontade de nos acompanhar no nosso retiro à India. Não resistimos partilhar, porque podem também ser as tuas. Não são exclusivas deste retiro, mas sim de qualquer processo de crescimento com que te possas confrontar.
Se quiseres sentir um pouco a energia deste retiro dentro de ti, inscreve-te na masterclass gratuitaque vamos ter sobre o tema.
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Como saber se determinado investimento é para ti?]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/13/Como-saber-se-determinado-investimento-%C3%A9-para-tihttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/13/Como-saber-se-determinado-investimento-%C3%A9-para-tiSun, 13 Jan 2019 17:13:04 +0000
Não estamos realmente treinados a ir atrás de algo que nos toca. Saltamos impulsivamente de pólo em pólo esperando um dia conseguir ter discernimento psíquico para ver que experiências, realmente nos acrescentam. Que consultas devemos ter, que retiros devemos fazer, que cursos devemos frequentar. Tudo investimentos que à partida são importantes para nós, mas que devemos naturalmente avaliar o seu potencial.
Avaliar uma situação implica projectarmo-nos para o futuro, para o pleno sucesso da mesma. E aí percebermos profundamente o que realmente esta experiência nos traz. O que nos acrescentou à nossa vivência, o quão diferente foi e, consequentemente, que dimensões acordou em nós. Esta é a forma convencional de avaliar uma situação.
Mas existem outras; e mais poderosas, mais fiáveis, mais alinhadas com o nosso potencial. Projectando-me eu para a plena concretização dessa experiência, como me sinto eu a relatá-la?, quão feliz estou?, como falo dela?, o que consegui transformar me mim? Se neste processo, o teu corpo conseguiu de alguma forma acompanhar, sentir, esta experiência, então é porque a mesma é realmente para ti. Pode acontecer que a experiência seja para ti, mas que não tenhas sentido nada; à mesma, é porque ainda não é para ti, porque a tua consciência ainda não está pronta para tirar o maior partido da mesma.
O que é para nós, o corpo acusa. O nosso corpo físico é a ponte que temos para os nossos planos superiores. É através dele que sentimos, e o que sentimos é exactamente o que usamos para "scanarizar" as experiências que temos pela frente. São os nossos sentidos que nos dão a mais pura da informação.
Investir em nós é fundamental e é uma das nossas maiores responsabilidades. A nossa evolução é o nosso principal projecto. Munirmo-nos das ferramentas certas, pode ser de uma ajuda incrível !
Se até aqui te fez sentido, não deixes de assistir à nossa Master Class online gratuita - Vive a tua essência, no dia 22.01 às 19h.
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A Índia acorda em ti todo o teu potencial de transformação]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/09/A-%C3%8Dndia-acorda-em-ti-todo-o-teu-potencial-de-transforma%C3%A7%C3%A3ohttps://www.eus-school.com/single-post/2019/01/09/A-%C3%8Dndia-acorda-em-ti-todo-o-teu-potencial-de-transforma%C3%A7%C3%A3oWed, 09 Jan 2019 13:14:21 +0000
Estamos tão felizes por estarmos mais uma vez a reunir um grupo para a Índia.
É sempre com um enorme gosto, e com uma enorme gratidão que fazemos isso. A Índia tem sido sempre o contexto ideal para a transformação que gostamos de proporcionar.
De ano para ano, temos vindo a evoluir o potencial de transformação deste retiro e não o conseguimos realmente imaginar fora deste espaço, que sabemos que é mágico.
Sabemos que viajar é sempre transformador. Contactamos com diferentes culturas, com diferentes experiências, etc. Mas aqui é mais do que isso. Estamos a falar de um retiro que toca de uma forma muito profunda a essência de cada um de nós, e que portanto necessita de um contexto onde a energia do espaço esteja pura e madura o suficiente para receber esta intenção.
Quando estamos num local onde a beleza foi conquistada a partir do equilíbrio de contrastes; dimensões com a aceitação, a compaixão, a essência, a subtileza e a fé, e outras, estão muito vividas, muito maduras, muito instaladas.
Estamos num trabalho de profunda transformação, e o espaço suporta-nos. Entende e protege essa intenção de conquista do mais essencial.
E isto é o que acontece de mais profundo. Um contexto seguro que abençoadamente nos envolve, abraçando toda a nossa evolução. E isto é o que acontece entre nós e o espaço que escolhemos (na Índia).
Outras experiências naturalmente despontam, que apenas confirmam toda a revelação anterior.
É infindável a lista de sentimentos, emoções, experiências a que ficamos expostos. É riquíssima a oportunidade de refazer o significado de cada atributo. Por exemplo, o melhor significado para a palavra Paciência na Índia não é saber esperar; é saber profundamente que tudo na vida tem uma ordem certa, para a qual existe um tempo certo. É saber que de nós depende estarmos preparados para determinado evento acontecer. E este é apenas um exemplo do quão enriquecido fica o teu léxico, quão expandido fica o teu ser, e naturalmente a tua consciência.
Se este texto te tocou, por favor presta atenção. É o primeiro sinal de que algo mais profundo quer em ti despoletar.
Espreita o programa Master Your Light, no nosso site, e observa o que acontece em ti, no teu corpo. O teu inconsciente sabe bem, o que é para ti.
Em amor de transformação,
Rita e Rodrigo
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No fim de tudo isto, um enorme obrigado !]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/30/No-fim-de-tudo-isto-um-enorme-obrigado-https://www.eus-school.com/single-post/2018/12/30/No-fim-de-tudo-isto-um-enorme-obrigado-Sun, 30 Dec 2018 21:37:50 +0000
O ano está a chegar ao fim. Foi um 2018 super estimulante com uma série de desafios, mas também uma série de conquistas.
Lançámos o nosso livro Master your Life. Conseguimos com isto sistematizar todo o percurso, que até aí só fazíamos com as pessoas em retiro. Um
trabalho profundo que te ajuda a desenhar uma visão superior para cada área da tua vida.
Concretizámos o nosso primeiro curso online - Master Your Work, um curso online que te ajuda a conectar com o teu potencial e a desenhar uma visão superior para o teu trabalho.
Reforçámos a nossa equipa, e com ela a confiança de que este é sem dúvida um projecto maior. Um enorme obrigada a ti.
Lançámos o Joy Planner Kids, porque acreditamos que a diferença se cultiva desde pequeninos. Somos fascinados por miúdos autónomos, inteligentes e felizes, e esta foi uma ferramenta que desenhámos exactamente com este propósito.
Lançámos o Marcas de Propósito, um livro onde partilhamos aquilo que mais acreditamos em termos de marcas e de marketing. Um guia que te ajuda a perceber como uma maior ligação à essência das pessoas e das marcas pode ajudar-te a causar um maior impacto no mundo.
Iniciámos o treino de facilitadores para que outras pessoas possam fazer a diferença na vida dos outros através das nossas ferramentas. O primeiro foi o Joy Planner Facilitator Program. Um programa que te habilita a usar o currículo de felicidade da EUS, a usar as nossas ferramentas e a revender o Joy Planner. Mais novidades acerca desta matéria virão em 2019.
Reunimos os Votos de Prosperidade para 2019, uma iniciativa de suporte à geração de sentimentos de abundância e prosperidade. Convidámos para este efeito uma série de pessoas que nos inspiram, a partilharem a sua visão e a inspirarem os nossos leitores a acordarem em si este sentimento de expansão.
Desenhámos um calendário único de workshops e masterclasses que te vão permitir iniciar um 2019 (e vindouros) absolutamente mágico. Vamos partilhar contigo tudo aquilo que acreditamos ser necessário para termos a nossa evolução à nossa responsabilidade.
Tudo isto foi muito desafiador, mas sem dúvida compensador. Quando olhamos para trás vemos que foi exactamente através das coisas mais difíceis, as que nos testaram aos limites, que conseguimos ir buscar a força, a confiança e a consistência para continuarmos. Hoje reafirmamos, ainda com mais convicção de que as doenças, as adversidades, são eventos que trazem consigo um bilhete para a próxima paragem. Assim tenhamos nós a humildade e a distância suficiente para reconhecer a carruagem quando a mesma se aproxima.
No fim de tudo isto, um enorme obrigado !
Por estares connosco, mas sobretudo por partilhares connosco esta sede de evolução, este acreditar de que podes realmente fazer a diferença no mundo, e ser feliz.
A tua presença torna possível todo este acreditar.
São os teus desafios e as tuas perguntas que nos trazem as mais bonitas respostas.
Que 2019 te traga tudo aquilo que te permita seres mais de ti.
Em amor de renovação,
Rita e Rodrigo
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Prosperity Vows: An Affirmative Practice]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/29/Prosperity-Vows-An-Affirmative-Practicehttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/29/Prosperity-Vows-An-Affirmative-PracticeSat, 29 Dec 2018 23:51:43 +0000
[PT] A LaShaun é uma mulher absolutamente fascinante, uma alma cheia. Ensina-nos a usar a ciência para conseguir aquilo que o nosso coração mais deseja. Arquitecta de potencial, consegue através das suas palavras e da sua sabedoria despertar locais absolutamente mágicos e surpreendentes em nós.
É uma honra para nós podermos contar com as suas sábias, e tão doces, palavras.
[EN] LaShaun is an absolutely fascinating woman, a full soul. Teach us to use science to achieve what our heart desires most. Architect of potential, she is able, through her words and wisdom, to awaken absolutely magical and surprising places in us. It is an honor for us to be able to count on your wise, and sweet, words.
Nothing shakes up your mental peace more than a scarcity mindset.
Perceptions of not-enoughness, separation from Spirit, lack and limitation are contraindicative to maintaining an abundance mentality.
Life has probably thrown you a curveball or two along the way. You've likely had hard times when you felt unsettled by past events or things to come, where you’ve felt a sense of lack. You’ve probably felt broken in spirit, mind and money. But that feeling isn’t Truth with a capital, ’T’.
The Truth is, there is continuous productivity and effortless multiplication. There’s continual growth and unlimited resources. By the grace of Source, it is already yours! But, if you've aligned with scarcity; you’ve essentially closed yourself off from your abundance and consequently, short-circuited your prosperity.
Today you’re going to create five (5) affirmative vows of prosperity. Affirmations are an internal dialogue between your conscious mind and your
subconscious mind.
Here are some favorites that we came up with as a team:
1. It’s a comforting idea that all the abundance of the universe already exists within me.
2. I am willing to let go of all resistance to receive prosperity.
3. I am grateful that I live in a friendly universe that is providing for my needs.
4. I love it when I see evidence of an abundant universe especially when I observe nature.
5. I love how it feels knowing there is plenty for everyone, including ME.
6. Thank You, Thank You, Thank You!
7. I am so happy that my ideal vision of myself includes thriving relationships, a stable lifestyle and a flourishing business.
8. I am becoming a wise and masterful steward over all my resources.
9. I’m excited at the thought of all the opportunities for growth and expansion that are coming my way.
10. More and more I choose to accept that I am in the Divine pathway for multiple blessings.
11. I am so happy that I am open to receive everything that I need to stabilize my life.
12. I understand and accept that there is an infinite flow of Divine good, Divine love, Divine peace, Divine joy and Divine abundance.
13. I choose an abundance of all that is good for my body, soul and spirit.
14. Every day I am becoming more and more open to receiving the great abundance of Divine provision.
15. I love the idea of being assisted by Source; the power and the origin of all things good.
Adopt one (or two or three) or make up your own.
HERE’S THE SCIENCE:
When you create an affirmation that contradicts your subconscious beliefs, neural dissonance occurs in your brain. Which means your mind will reject those ideas and they won’t work.
HERE’S THE SOULFUL SOLUTION:
Stand in your T-R-U-T-H! You may not believe that "Money is flowing to me in every way, every day,” and your brain is not going to let you get away with competing beliefs and self-deception. But, "I love the idea of money flowing to me in every way, every day,” may feel more true for you. See the difference? More importantly, check in with your body…feel the difference? Affirm your truth.
Michael Losier offers these affirmation starters:
I love the thought/idea of...
I'm in the process of....
I am so happy that my ideal XXXX is...
I love how it feels knowing...
I’m excited at the thought of...
I understand and accept that...
I love knowing that my ideal...
I love how it feels when...
I’ve decided...
More and more...
It excites me...
I love seeing myself…
Once you have finished your affirmations, make an audio or videorecording for you to listen to right before you go to bed and as you are awakening.
To transform your mindset into one which magnetizes what you want, it’s necessary to incorporate your desired thoughts into your subconscious. Your mind is like an iceberg, that is, the conscious part of your brain is the top 10% and the hidden 90% is your subconscious.
It’s also your subconscious that controls 90% of your actions and virtually all of your ideas and attitudes which affect everything else in your life. In essence, it controls you.
By listening, scribing or repeating your affirmations prosperity vows in a sleepy state, it will allow you to access your subconscious.
The intent is to realize the abundance that surrounds you and is within in you allowing you to realize worry, fear and scarcity; connecting you to greater awareness and embodiment of prosperity.
LaShaun Middlebrooks Collier is a ‘word nerd’ whose guiding principle is eudaimonia—human flourishing. She’s lit up by intimate conversations, neuroscience, sipping whole leaf teas, and has been known to spontaneously break into song and dance, in public places.
Dropping truth like a 21st Century Yoda (in stilettos!), LaShaun’s in the business of engineering consciousness. She’ll guide you through the science and soul of living whole and well—because being well-adjusted to a half-lived life doesn’t satisfy your soul’s requirement to actualize. Her background as the Former Director of the Wellness Resource Center at the University of South Florida (USF), a research assistant at Massachusetts Institute of Technology (M.I.T.), Director of Multimedia Technologies at Morehouse College, and the owner of a multiple six-figure business, makes her a quadruple threat in well-being, research, technology and entrepreneurship.
Basically, LaShaun teaches you how to use science to get what your soul desires.
If you are ‘all in’ to experience the ecstatic joy of well-being, follow her on Instagram @wholeandwell.co.
You can meet her on...
wholeandwell.co
@wholeandwell.co
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Qual o teu maior desejo para 2019?]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/29/Qual-o-teu-maior-desejo-para-2019https://www.eus-school.com/single-post/2018/12/29/Qual-o-teu-maior-desejo-para-2019Sat, 29 Dec 2018 00:57:53 +0000
A Francisca é uma referência para nós em saúde natural. Amante de uma vida saudável, a Francisca é uma mestre em vários tópicos, com recomendações sustentadas em investigação dedicada.
É uma honra para nós, podermos aqui contar com as suas palavras.
Acredito que a quadra natalícia seja a altura do ano que mais reflexão desperta nas pessoas. Para além das diversas emoções que poderão ser sentidas durante estas festividades, a aproximação do final de mais um ano e o início de outro, convida-nos a parar, sentir e refletir não só sobre tudo aquilo que passou, mas principalmente sobre os momentos que nos esperam.
É já tradição nesta época de Natal, escrevermos as típicas resoluções de ano novo. O que mais desejo para o próximo ano? Quais os objetivos que pretendo alcançar? Será que é este ano que conseguirei fazer aquela viagem ou comprar aquele carro?
Os tipos de desejos que costumam preencher as listas de resoluções consistem, na sua maioria, em metas que visam ser alcançadas. O peso ideal, uma promoção, uma casa, etc. - tudo ambições que assentam essencialmente na famosa Lei da Atração.
Desejamos atrair para nós coisas, pessoas, experiências, sensações e vivências.
É legítimo e é também um direito que temos enquanto seres racionais. Contudo, eu questiono-te: Porquê?
Como é que tu achas que te irás sentir no momento em que a balança acusar o número que sempre idealizaste? Ou como te sentirás a conduzir o carro dos teus sonhos? E que emoção despertará em ti no dia em que conheceres o homem perfeito?
Na verdade, nós buscamos emoções. Procuramos sentirmo-nos de determinada maneira e então a nossa mente cria meios nos quais acredita serem capazes de atingir esse fim.
Muitas vezes este desejo surge numa tentativa de suprirmos uma carência ou substituirmos uma dada emoção por outra. E aqui reside a ratoeira.
Inconscientemente julgamos que se tivermos um marido ao nosso lado, a solidão e a insegurança que nos inquieta desaparecerá; que talvez no momento em que conseguirmos ter o corpo ideal, a nossa auto-estima e valor próprio irão aumentar; ou que após termos conseguido uma promoção no trabalho, nos sentiremos mais respeitados e importantes.
Isto é uma ilusão. Quem sabe estes acontecimentos até possam trazer conforto, porém, por breves instantes apenas.
Não tem problema desejarmos o que quer que seja. No entanto, torna-se essencial que analises as verdadeiras motivações que se encontram subjacentes a tais aspirações.
Sugiro que na tua lista de resoluções para 2019, adiciones à frente de cada um dos teus desejos a razão pela qual o ambicionas atingir. O objetivo deste exercício não é o de julgares, nem o desejo em si nem o motivo; é somente para tomares consciência do que poderá estar presente em ti, para observar, sentir e libertar.
O meu desejo para ti é que este próximo ano, e todos os outros,
sejam repletos de prosperidade, harmonia e felicidade.
Que as estrelas da abundância te tragam não o que a tua mente quer,
mas sim o que o teu coração deseja.
Com amor e gratidão,
Francisca
A Francisca nasceu no Porto e desde cedo se apaixonou pela Natureza e seu poder. Decidiu estudar enfermagem, o que lhe permitiu conhecer o funcionamento do corpo humano de maneira mais aprofundada. No entanto, percebeu também, confrontada com os seus próprios problemas (acne, celulite, inchaço abdominal, ciclos menstruais irregulares), que muitas das abordagens convencionais não atuavam sobre as verdadeiras causas dos desequilíbrios.
Decidiu desse modo estudar medicina natural e
holística, o que a levou a frequentar vários cursos no estrangeiro. Pelo caminho, criou o blog Miss Kale, cujo tema é estilo de vida natural, com o propósito de ajudar as mulheres a reconectarem-se com a sua beleza, juventude e sabedoria interior.
Em 2014 foi oradora no TEDXOporto, com o tema
O que está a envelhecer a mulher moderna.
Em 2017, publicou o seu primeiro livro,
Escuta o teu corpo, com a editora Matéria-Prima.
Encontra-se neste momento a terminar o curso de Homeopatia no Reino Unido.
Podes encontrá-la em...
misskale.pt
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The Mother of Prosperity]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/27/The-Mother-of-Prosperityhttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/27/The-Mother-of-ProsperityThu, 27 Dec 2018 22:35:07 +0000
[PT] A Homaya, para além de ser uma amiga de coração, é para nós uma referência em evolução espiritual. A Homaya faz um trabalho incrível no que diz respeito à expansão dos nossos horizontes, trazendo uma perspectiva muito inovadora e ao mesmo tempo sólida a todos os seus ensinamentos.
É para nós uma honra podermos partilhar as suas sábias palavras.
[EN] Homaya, besides being a friend at heart, is for us a reference in spiritual evolution. Homaya does an incredible service of expanding our horizons, expanding the perception of being, bringing a very innovative and at the same time solid perspective to all its teachings.
It is a honor for us to share her words.
***
You were born half;
Half made,
Half baked,
Half whole.
You were born as partial piece;
Of your old family
And your new family.
You were born halved;
One gender
Eternally compelled
To unite
With its completing contradiction.
You were born,
Intentionally Incomplete,
Unfinished,
Undone.
An individual in the cosmic field of creation,
A part in the infinite web of life,
Made of countless incarnations
Of your own
Infinite
Whole
Self.
***
We were all born like that
Multiplying our own vastness and beauty
Embracing our immensity,
Giving birth, again and again to love
By completely merging with that which seems opposing,
That which settled at the furthest spot of our own life rainbow.
It is love that gives birth to prosperity;
In the journey you take to meet your beloved,
And the Journey of living, day after day,
The Journey itself is where prosperity awaits.
Before taking your vow of prosperity
Take the vow to live FULLY.
To love FULLY.
To nonjudgmentally accept all that there is
Dancing to the sound of the infinite number of melodies made of 7 notes
With the uncountable number of stars
That surround you.
Life
Constantly gives birth to
MORE.
Homaya is a master healer and master teacher,
Leading international seminars and initiations for more than 15 years.
Effortlessly she creates and maintains a powerful sanctuary
filled with sacred luminous codes, and high vibrational healing energies.
In her presence, your soul's voice sounds loud and clear, unable to ignore,
your life force is ignited for you to rejoice in life, miraculous healing naturally emerges,
and your consciousness evolution accelerates.
She contributed to highly aligned transmutation in thousands of people’s lives
while inspiring profound authenticity and unification with the light and grace within.
You can find her at
homaya.org
@homaya
Se perdeste as partilhas anteriores, ainda as podes ver aqui...
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Se conheces alguém a quem interesse este conteúdo, por favor não deixes de partilhar. Sharing is caring !
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Há que cuidarmos de nós mesmos com aquilo que mais gostamos]]>Vera Simõeshttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/27/H%C3%A1-que-cuidarmos-de-n%C3%B3s-mesmos-com-aquilo-que-mais-gostamoshttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/27/H%C3%A1-que-cuidarmos-de-n%C3%B3s-mesmos-com-aquilo-que-mais-gostamosThu, 27 Dec 2018 01:15:48 +0000
A Vera é uma das pessoas mais dedicadas e persistentes que conhecemos.
Professora e praticante de ashtanga yoga, encontra na sua prática uma forma de todos os dias ajudar pessoas a conectarem consigo próprias e a encontrarem a consistência e dedicação no seu caminho.
Se a persistência e a conexão é um dos teus temas, ficam aqui umas palavras amavelmente cedidas por quem todos os dias ensina milhares de pessoas a conectarem-se consigo através da prática de ashtanga yoga.
Desde que sou família com o meu marido, que esta altura do ano é mais especial, porque organizamos que o final do ano seja passado no lugar que mais gostamos!
Organizo a escola e as aulas do Ashtanga Cascais para que possamos viver os últimos dias do ano, e o começo do próximo, da melhor forma, a fazer o que mais amamos! Que é estar na praia, surfar com os amigos, praticar Yoga, caminhar à beira-mar, entre outras actividades que inspiram a estarmos em harmonia e paz.
Praticar Ashtanga Yoga é sempre uma forma de acalmar, outra tem a ver com estar num lugar que me conecte a algum tipo de Natureza, e deixar que o tempo passe sem pressa, prazos, agendas, ou telemóveis.
Viver a vida devagar para que possa efectivamente sentir a minha respiração e inspirar tão profundo que encho o corpo, a mente e a minha alma de bem-estar, esperança e foco, munindo-me de instrumentos reais para superar desafios, bloqueios e dificuldades.
Uma das melhores resoluções para uma vida mais equilibrada, é não ficarmos estagnados nas complicações ou problemas, e procurar aprender que temos todos os dias a maravilhosa possibilidade de melhorar, aprofundar e mudar, para conduzir a vida rumo aquilo que sentimos que nos fará mais felizes.
Há que cuidar de nós mesmos com aquilo que mais gostamos.
E se ainda não sabes o que é que gostas, o que é que te alimenta a alma, o que te inspira, nada melhor que parar, sentir, respirar, e ir para uma praia, estar num bosque, num parque, junto ao rio, qualquer outro exemplo onde haja algum tipo de natureza, E simplesmente deixares-te a respirar pelo nariz e sem julgamentos ou pressa, observares o corpo a relaxar e a mente a descomprimir. Espero que este seja o teu primeiro passo rumo a uma vida de maior conexão, alegria, prosperidade e saúde!
Um feliz 2019!
Vera Simões
Professora autorizada, nível II pelo Shri K. Pattabhi Jois Ashtanga Yoga Institute.
Começou a praticar Yoga aos 16 anos, em 1999 iniciou as primeiras aulas, Workshops e Curso de Instrutores de Yoga. Em 2007 iniciou as suas viagens a Mysore, no Sul da India, para estudar Ashtanga Yoga no reconhecido Shri K. Pattabhi Jois Ashtanga Yoga Institute (KPJAYI) e em 2010 recebeu das mãos do seu professor, Sharath Jois, a honra de ser professora Autorizada com a sigla do KPJAYI.
Ensina Yoga desde 2003 e Ashtanga Yoga desde 2006, é co-fundadora e professora do Ashtanga Cascais Yoga Shala desde 2007. As suas aulas reflectem a influência dos seus professores, procurando manter a tradição de Mysore e da família Jois.
É a autora do blogue Ashtanga Cascais desde 2008, e do livro “Parar.Sentir.Respirar. Uma prática de Yoga para transformar corpo, mente e alma”, publicado em Maio, 2018.
Podes encontrá-la em...
ashtangacascais.com
@ashtangacascais
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A abundância como barómetro de um maior alinhamento]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/25/A-abund%C3%A2ncia-como-bar%C3%B3metro-de-um-maior-alinhamentohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/25/A-abund%C3%A2ncia-como-bar%C3%B3metro-de-um-maior-alinhamentoTue, 25 Dec 2018 22:01:26 +0000
Não foi por acaso que escolhemos o tema da prosperidade para este final de ano. É um tema desafiante para muita gente e queremos ajudar.
Para nós, a prosperidade é uma qualidade da alma.
A alma é próspera, expansiva, abundante.
E assim, prosperidade material, emocional ou espiritual,
é uma medida de quão alinhado estás contigo, com o teu potencial.
Quando estamos alinhados com a nossa essência,
a contribuir a partir da nossa originalidade,
estamos em conexão com a nossa parte mais pura, mais divina.
Aqui só existe abundância, de espírito, de ideias, de forma, de fé.
A nossa natureza é abundante. Esse é o nosso estado natural.
Acreditarmos na expansão da vida e no seu eterno desenvolvimento. E em nós como parte integrante desse todo.
Se pelo contrário estamos desalinhados da nossa essência, da nossa originalidade, a nossa contribuição não é natural. Acontece em esforço, retira-nos energia. E é exactamente esse afastamento da nossa natureza que nos desliga dela,
e abre espaço para a entrada de energias contractivas, que são terreno fértil para os medos e dúvidas, que tudo geram menos abundância.
Se por acaso a abundância financeira é um tema para ti,
então é porque aquilo que estás a dar à sociedade está muito aquém do teu potencial. Ou porque efectivamente estás a contribuir fora da tua área de excelência natural, ou porque aquilo que estás a dar é ainda insuficiente dada a tua capacidade de impacto, dado o teu potencial.
A maioria de nós tem a tendência a achar que a sua contribuição não é relevante no todo. Se assim fosse, o que é que isso quereria dizer...que Deus, o Universo ou a Vida se tinham enganado no seu plano divino?
Não faz sentido!
Fomos criados e gerados em ligação total com o universo e com as suas leis, onde a abundância é uma das suas alíneas. E assim, na nossa autenticidade somos abundantes. Acrescentamos a partir do que de mais genuíno existe em nós, expressamos a nossa autenticidade, e o universo suporta-nos com a suficiência e a imensidão dos nossos recursos.
Somos um com a criação. Em expressão total daquela que é a nossa essência, a nossa unicidade. E isso sim, faz muita falta ao mundo. O papel de cada um de nós, tem lugar reservado na matriz de contribuições divina.
Que este seja um momento em que nos consigamos de novo ligar ao que,
de tão especial, existe em nós. É este o ponto a partir do qual tudo cresce.
É esta conexão à fonte que nos permite uma vida abundante.
Em amor de mais,
Rita e Rodrigo
Esta é a primeira de várias partilhas que aqui vamos fazer nestes últimos dias do ano. De pessoas que admiramos e nos inspiram. Para que todos nós possamos definitivamente acreditar na abundância de cada um de nós.
Se sentires que esta mensagem pode inspirar alguém, não deixes de partilhar. Mais virão.
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Quando és refém de ti próprio...]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/16/Quando-%C3%A9s-ref%C3%A9m-de-ti-pr%C3%B3priohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/12/16/Quando-%C3%A9s-ref%C3%A9m-de-ti-pr%C3%B3prioSun, 16 Dec 2018 21:33:27 +0000
Sempre me atraiu a evolução humana, e os processos que a favorecem, ou que por outro lado a travam. Alguém dizia e com uma enorme razão, que o nosso maior medo é a nossa luz, e eu não posso estar mais de acordo.
São milhares de anos de uma cultura abafadora, de uma história castradora, que ainda insistimos em manter viva dentro de cada um de nós.
Mas mais e mais, aquilo que me impressiona é a facilidade com que, ainda hoje, e todos os dias, as pessoas se diminuem. Umas porque não querem desiludir, outras porque sentem necessidade de pertencer, outras porque, porque. Frases como “eu não sou boa a…”, ou “já sei que vou falhar em…” enchem os nossos dias, ditas pela nossa própria boca, ou mais grave ainda, já pela boca dos nossos filhos.
Não podemos mais permitir isto. Isto são aquilo que chamo pactos de estabilização e que mais tarde se transformam em votos de estagnação. A história da humanidade está cheia deles - os votos de pobreza, de castidade, de fidelidade, etc…, e o nosso tempo também !
Todos nós temos estes pactos. Seja pela parte ancestral que herdámos (que quer queiramos quer não, ainda carregamos), seja pela necessidade que num qualquer momento no tempo sentimos, de estabilizar, ou controlar um determinado acontecimento (ou a não mais repetição do mesmo). Não precisam de ser coisas afirmadas em momentos solenes para terem significado. Pode por exemplo ser o pacto de silêncio que inconscientemente reforçamos quando não expressamos a nossa verdade.
Queria deixar aqui claro, que qualquer afirmação que fazemos, com uma intenção forte e com a parceria do nosso sistema emocional tem efectivamente a força de um pacto. Não jurídico obviamente, mas energético. E atenção que é nestes pequenos actos, que ainda fazemos de forma inconsciente, que vamos em muito moldando a nossa vida, e sobretudo a nossa liberdade.
A vida evolui todos os dias, e é suposto evoluirmos com ela.
Não é suposto fecharmos ou trancarmos realidades sob que pretexto for…de segurança, de pertença, entre outros.
São várias as formas que podemos usar para limpar a influência destes pactos na nossa vida.
E sem dúvida a primeira coisa a fazer é trazê-los à consciência. Percebermos que criamos a realidade com os nossos pensamentos, actos e acções. Perceber que fazemos parte da vida, quando a aceitamos, quando não temos a ambição de saber mais do que ela, travando a sua natural evolução.
E mais, sob nenhum pretexto devemos aceitar diminuir a nossa luz, a nossa força, o nosso talento. Quando fazemos isto, milhares de pessoas à nossa volta fazem o mesmo, e os nossos filhos bebem desta receita restritiva também.
É altura de realmente começarmos a viver a vida com outra consciência, e com outra responsabilidade pela nossa própria evolução. Entender os pactos que conscientemente, ou inconscientemente, nesta vida (ou pela nossa linhagem ancestral) fomos fazendo, e trabalhar activamente a libertação dos mesmos.
Nos próximos dias, vamos desenvolver mais sobre isto.
São processos que já passámos, que sabemos que têm um enorme impacto e que podem efectivamente fazer uma enorme diferença na tua vida.
Consegues sentir na tua vida a influência destes actos?
Tens alguma área da vida em que isto claramente se manifeste?
Se quiseres ajuda para progredir neste tema, envia-nos uma mensagem.
Em amor de libertação,
Rita e Rodrigo
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Isto é muito pessoal ! Mas não resisto partilhar…]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/11/11/Isto-%C3%A9-muito-pessoal-Mas-n%C3%A3o-resisto-partilhar%E2%80%A6https://www.eus-school.com/single-post/2018/11/11/Isto-%C3%A9-muito-pessoal-Mas-n%C3%A3o-resisto-partilhar%E2%80%A6Sun, 11 Nov 2018 16:32:52 +0000
Na última semana estive a partilhar o placo com 5 speakers internacionais. A minha bandeira como sempre era a importância de nos ligarmos à nossa essência para estabelecermos o nosso propósito.
Esta é a minha história pessoal, e para além disso já conto com uns quantos anos a ajudar pessoas neste caminho, e portanto digamos que este era à partida um tema em que estava verdadeiramente à vontade.
O que não esperava era que nos primeiros 5 minutos me fosse colocada uma questão que fez abalar toda a minha postura. A pergunta era simples…foi pedido a cada um dos oradores que revelasse dois dos seus medos e a estratégia que seguiam para os ultrapassar.
Chegou à minha vez e o pior aconteceu…desabei a chorar nas primeiras palavras !
O meu primeiro medo é a minha própria emoção.
Sim, sou super emocional. Sinto as coisas de uma forma quase exagerada. E portanto, quando falo do mais fundo lugar de mim, a partir da minha essência, é isto que acontece. Desabo a chorar! Já me aconteceu inúmeras vezes…e cada vez mais…e não sei quando volta acontecer. É inesperado !
Mas realmente quando aceitamos a nossa vulnerabilidade, uma força enorme aparece. Este medo já não me cala, já não me impede de falar, já não me faz sentir pequenina, nem frágil. Agora sei que choro, porque estou a sentir o que digo com toda a minha existência, com todos os meus sentidos. Estou a falar dentro da cena, e não apenas como transmissor de mensagem.
O segundo medo, este ainda mais sério…é o de não estar à altura da mensagem que trago.
Estes últimos meses têm sido incríveis no que diz respeito à clareza e à elevação que temos conseguido fazer neste tema da essência e do propósito. O retiro que vamos ter em Abril e no qual investimos diariamente, tem-nos mostrado que este é realmente um tema transformador ! Todos os dias temos tido a benção de conseguir chegar mais longe com ferramentas e matrizes conceptuais que tanto nos têm permitido acrescentar. Quando és confrontada com esta benção tens medo ! …medo de não estar à altura de um conteúdo tão nobre, tão essencial, tão poderoso !
Mas também aqui, a estratégia para lidar com este receio é fácil. Na verdade, quando nos queremos dar, temos de "nos" retirar do caminho. Temos que entender que tudo o que tenha a ver com o nosso ego, as nossas dúvidas, ou os nossos medos; na realidade isso é tão pequenino, comparado com a grandiosidade da mensagem que trazemos.
Afinal não se trata de seres aplaudida no palco, mas apenas de partilhares a tua mensagem e a tua presença. O mais abrangente e longe possível. Com todas as tuas forças, com todo o teu acreditar. Foi para isso que a tua história te escolheu a ti !
Obrigada por este espaço de escuta,
Rita
PS: Cada um de nós tem uma mensagem única, um código de talentos único que criam um enorme impacto no mundo quando partilhados a partir da nossa originalidade. Este é mesmo um trabalho que vale a pena aprofundares. Vais ver que fará toda a diferença na tua vida !
Em Abril do próximo ano, vamos trabalhar este tema de forma profunda, 6 dias em retiro, num local maravilhoso - a Índia. Se este tema te tocou, por favor não deixes de espreitar…
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A que é que tens resistido na vida?]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/11/06/A-que-%C3%A9-que-tens-resistido-na-vidahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/11/06/A-que-%C3%A9-que-tens-resistido-na-vidaTue, 06 Nov 2018 19:25:03 +0000
Aquilo a que resistes é normalmente aquilo que te levará mais longe.
Se pensares em termos energéticos, é exactamente isso que acontece. Resistimos/“chocamos” ao que mais é semelhante a nós. Muitas vezes não temos consciência disto, mas é exactamente o que acontece no reino do nosso subconsciente.
E porque é que resistimos?
Porque sabemos (o nosso ego), que provavelmente essa aceitação nos levará por caminhos menos conhecidos, menos controlados e onde a nossa zona de conforto fica claramente desprotegida.
A nossa mente racional não gosta disso! Não por embirração, ou teimosia, mas porque se habituou a raciocinar com o conhecido e a avaliar opções numa base estatística daquilo que até agora verificou.
The past doesn’t make the future !
É preciso permitirmo-nos evoluir. É preciso reforçarmos a nossa fé incontestável na vida e na sua inteligência suprema para não duvidarmos do seu plano maior. Da sua intenção de transformar tudo para melhor. Nós incluídos !
Assim, o convite que te faço hoje é que analises a fundo aquilo a que tens vindo a resistir na vida e que vejas até que ponto, a abertura de alguma dessas portas não te levaria a algo maior...?
[A que é que tens resistido na vida?…]
É por sabermos o potencial desta área que a incluímos como um dos temas a serem trabalhados antes de ingressarmos no nosso retiro, que nos levará da essência ao propósito!
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Todo o crescimento acontece de dentro para fora]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/11/04/Todo-o-crescimento-acontece-de-dentro-para-forahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/11/04/Todo-o-crescimento-acontece-de-dentro-para-foraSun, 04 Nov 2018 15:12:26 +0000
Seja qual for a aventura em que queiras embarcar, ela pede sempre um compromisso em termos do teu desenvolvimento pessoal.
Se te estás lançar para novos desafios profissionais sem aproveitares para evoluir ou reforçar a tua dimensão pessoal, estás efectivamente a desperdiçar uma oportunidade e muito provavelmente não estás a sair do mesmo sítio.
Todo o desafio tem de começar por um trabalho em ti. Qualquer projecto que queiras iniciar, mais do que tudo precisa de ti. Não apenas da tuas qualidades mentais, ou técnicas, mas de ti. Como um todo.
Imagina, se quiseres lançar um negócio terás de reforçar a tua confiança para aprender a lidar com o risco, e com eventuais críticas. Terás de perceber o teu corpo energético para conseguires tirar daqui o maior partido em termos de produtividade. Terás de aprender a gerir o stress que os “deadlines” naturalmente nos impõem. E trabalhar a disciplina, a consistência e a introdução do teu próprio toque. O mesmo com um lançamento de um livro, ou um projecto mais pessoal.
Para fazer crescer o que quer que seja, tens de te nutrir e de te fazer evoluir.
Tudo o que sai de ti, tem de sair do teu mais profundo repositório, das tuas qualidades e virtudes. E para isso naturalmente tens de saber quais é que elas são.
Tens de ter a coragem para iniciar uma relação íntima com com o teu ser, com a tua luz, com os teus dons. Só assim consegues efectivamente acrescentar. A ti e ao mundo.
É exactamente no aperfeiçoar desta dinâmica que abrimos espaço para o crescimento.
Não percas nunca uma oportunidade de fazer mais por ti !
Em amor,
Rita e Rodrigo
Se quiseres aprofundar este tema, vamos já em 2019 lançar um novo retiro para alinhamento com a tua essência. Para te ajudar a perceber e a conectar com as tuas qualidades chave, e conseguires então aí prosseguir com o teu propósito.
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O que é que em ti, está pronto para ser libertado?]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/09/24/O-que-%C3%A9-que-em-ti-est%C3%A1-pronto-para-ser-libertadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/09/24/O-que-%C3%A9-que-em-ti-est%C3%A1-pronto-para-ser-libertadoMon, 24 Sep 2018 11:40:21 +0000
Vivemos hoje o equinócio de outono, que nos brinda com a sua maravilhosa lua cheia (em carneiro, planeta de fogo e da acção).
Este é portanto, um momento de ouro para para fazermos alguma reflexão.
O equinócio de outono, fala-nos de libertação, de renovação, de realinhamento. O novo aparece a partir do espaço que é deixado pelo antigo.
Então, perguntemos a nós próprios...
. O que é que em nós está pronto para ser libertado?
. O que é que em nós está pronto para nascer?
. Que apegos temos nos na vida que podem estar a condicionar a nossa evolução?
Perguntas como estas ajudam-nos a alinhar com o momento, convidando-nos à renovação.
Abençoa o momento. Deixa que a queda das tuas folhas abra espaço para a nova criação.
Em alinhamento com a natureza.
Se quiseres fazer um pequeno ritual...
. Escolhe um local a partir do qual possas observar a lua, e onde não sejas incomodada;
. Abençoa o espaço e o momento;
. Em diversos papeis, escreve aquilo que estás pronto a libertar;
. Numa taça de vidro, ou cerâmica, coloca todos os papeis;
. Acende uma vela com a intenção de que nasça em ti tudo, aquilo que neste momento está pronto para nascer;
. Queima cada papel dentro dessa mesma taça (para que as cinzas aí fiquem);
. Depois de queimados todos, poderás libertar as cinzas para a terra, simbolizando a alquimia do processo;
. Agradece tudo o que te foi concedido.
Em amor de renovação,
Rita e Rodrigo
O Joy Planner, pode ser uma ajuda enorme na introspecção que é um veículo essencial à tua felicidade. Relembramos-te que se adquirires a tua até 25.09.2018, podes ficar automaticamente inscrito num workshop online privado que vamos ter sobre o tema.
Não percas ! O Joy Planner mudou as nossas vidas, pode mudar a tua também !
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Sê autêntico, se quiseres ser feliz !]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/09/15/S%C3%AA-aut%C3%AAntico-se-quiseres-ser-feliz-https://www.eus-school.com/single-post/2018/09/15/S%C3%AA-aut%C3%AAntico-se-quiseres-ser-feliz-Sat, 15 Sep 2018 18:06:33 +0000
A nossa felicidade está ligada à expressão da nossa autenticidade.
Se existe tristeza, se existe depressão, é porque a nossa vivência está muito distanciada da nossa verdadeira essência, do nosso verdadeiro potencial.
SMLXL
E como chegar à nossa essência?
Por essência, entendo pureza, entendo originalidade, entendo principal. A nossa dimensão mais especial e autêntica, que necessitamos de expressar para evoluirmos e sermos motor da evolução conjunta.
É desta dinâmica de expressão de autenticidade que vem uma das nossas maiores sensações de felicidade.
Através da expressão do nosso lado mais espontâneo, mais intuitivo, mais criativo, conseguimos comunicar com a nossa dimensão mais autêntica. Abrindo espaço, deixando cair as matrizes de julgamento, activando a curiosidade. Não é difícil entendermos esta dinâmica quando olhamos para um criança. A sua felicidade é sempre contagiante; nela não existem os limites que a nossa mente mais madura, mais racional nos impõe.
Não digo com isto que devemos desligar o nosso lado mais objectivo, ou racional. De todo. Ele é super importante para a integração de toda a nossa vivência. Mas para a nossa verdadeira essência vir ao de cima, é sem dúvida pelo outro lado que necessitamos de abrir espaço. A nossa verdadeira essência é muitas vezes incompreendida pelo nosso lado mais adulto, levando a que este funcione como um censor do mesmo.
Precisamos desta expressão mais espontânea, mais leve, mais autêntica para conseguirmos aceder às diversas camadas da nossa pura existência. E daqui vem a nossa felicidade. Quando... 1. quando conhecemos a nossa essência; e
2. Quando vivemos em pura expressão da mesma.
O nosso desejo é que consigas sempre e cada dia, expressar mais de ti.
O mundo agradece, e tu também.
Em amor autêntico,
Rita e Rodrigo
Até dia 25 de Setembro de 2018, na compra do teu Joy Planner, oferecemos-te um lugar neste workshop online que vamos ter no dia 27 de Setembro às 21h, sobre felicidade.
Vais poder conhecer em detalhe, o que está por trás da felicidade, como podes activá-la e como podes usar esta ferramenta mágica.
O Joy Planner transformou a nossa vida. Também pode transformar a tua !
Nao percas !
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Se não brincares, não te consegues levar a sério !]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/09/11/Se-n%C3%A3o-brincares-n%C3%A3o-te-consegues-levar-a-s%C3%A9rio-https://www.eus-school.com/single-post/2018/09/11/Se-n%C3%A3o-brincares-n%C3%A3o-te-consegues-levar-a-s%C3%A9rio-Tue, 11 Sep 2018 13:55:16 +0000
Quem nos conhece mais de perto sabe que incorporamos na nossa vivência comportamentos por muito apelidados se calhar de infantis, por nós entendidos como espontâneos. Fazemos corridas até ao carro, jogos de telepatia, partidas de família.
Privilegiamos a espontaneidade, a autenticidade, e a naturalidade, tudo facetas de uma expressão, que necessita de ser manifestada, às vezes através de formas menos óbvias.
Por trás disto, uma vontade enorme de todos nós de ficarmos cada vez mais próximos daquela que é a essência de cada um. Uma vontade de que fique bem claro em nós, aqueles que são os nossos talentos, as nossas dádivas. As nossas graças e as nossas desgraças.
E é exactamente expondo este lado mais espontâneo que tudo pode ficar mais claro.
Funcionamos a maior parte das vezes em modo racional, analítico, linear. A repetição deste modo, ou a prevalência (quase exclusiva) do mesmo, leva a um silenciar do nosso lado mais criativo, mais espontâneo, mais inocente, que deixa assim de funcionar como contraparte do primeiro. Mas é exactamente pela dança destas duas facetas tão presentes em nós, que o pensamento avança e a matéria ganha forma. É convidando este nosso lado mais espontâneo que podemos aceder a um pensamento maior. Alinhado com a agenda da evolução.
É imprescindível que coloquemos na nossa agenda este encontro. Conosco próprios. É pela junção íntima e sucessiva destes dois lados que algo maior se cria, desenvolve e nasce.
Tudo na vida é uma dança de complementaridades que se unem (ou não) para um propósito, para uma evolução. É este espaço, e esta responsabilidade que precisamos assumir. A favor da convivência permanente de caracteres, de facetas, de dimensões. Tiramos assim à vida a linearidade entediantes da mesma e devolvermos-lhe a multiplicidade de possíveis convivências e sobreposições que se apresentam para nós como opções.
Não precisamos de deixar o lado maravilhoso e mágico que a infância tinha, nem perder a consciência que a responsabilidade traz.
Nós ganhamos liberdade e a nossa vida ganha propósito.
Em espontaneidade,
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Como saber se foi realmente transformador?]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/21/Como-saber-se-foi-realmente-transformadorhttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/21/Como-saber-se-foi-realmente-transformadorTue, 21 Aug 2018 13:39:24 +0000
Temos estado nestes últimos tempos mais silenciosos, recatados em preparação de algo novo.
No entretanto, as sessões individuais decorrem e em todas, uma linha comum. A urgência das pessoas na transformação, mas a dificuldade em realmente aceitar a verdadeira transformação.
O princípio da transformação, tão presente na natureza e na alquimia natural das coisas, é não sabermos exactamente o que estará do outro lado. Assistimos à transformação e depois teorizamos acerca da mesma.
A vida não é acerca de "to do lists", "vision boards", ou mapas de prioridades. Tudo isto é importante e útil. Mas não tanto neste processo.
Uma verdadeira transformação, não se planeia. Acontece. E acontece tão mais profundamente quanto mais formos capazes de entregar, e confiar na inteligência base deste processo. A transformação inicia no nosso inconsciente, não na nossa mente racional. A transformação está ligada a algo que tem de deixar de existir na sua forma original. É uma necessidade que vem de dentro, à qual não dá para resistir.
[É assim que tens sentido a transformação?]
Se terminas um processo de transformação com o sentimento (apenas mental) de que conseguiste, de que és “boss” (como dizem os meus filhos), é sinal que não passaste por nenhuma verdadeira transformação. A transformação fala de entrega, de rendição, de sermos surpreendidos com algo que não conhecemos. É assim nos momentos mais puros da vida; é assim igual nos mais transformadores.
Parte da nossa passagem aqui, é exactamente, a aprendizagem da experienciação. De nós mesmos e do todo. A vivência do eu nas suas várias dimensões e formas.
Quando nasces não fazes a mínima ideia do que vais encontrar. Quando a lagarta se transforma em borboleta, não enche o ego a dizer que bem que fiz este processo ! Não. Ambos falam de entrega, de aceitação, de confiança.
É isso que mais do que tudo é necessário num verdadeiro processo de transformação. De te entregares à sombra, à passagem, à (eventual) tristeza, sabendo que tudo isso te trará uma maior perspectiva, te dará uma maior significado.
Sabes que um processo foi transformador quando…
. a forma como saíste é realmente diferente da original,
. quando o resultado final não empolga o teu ego
. quando sentiste que era o processo que te guiava, e não o contrário.
A vida não é acerca de conseguires o que queres e ficares feliz com isso.
É exactamente acerca de dares o que tens e acrescentares significado. De te significares.
E neste processo, o que é essencial é a tua entrega à experiência de SER.
Em amor de expressão,
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Como ajudar a criar melhores pessoas !]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/15/Como-ajudar-a-criar-melhores-pessoas-https://www.eus-school.com/single-post/2018/08/15/Como-ajudar-a-criar-melhores-pessoas-Wed, 15 Aug 2018 18:14:14 +0000
A Família é o local onde podemos ajudar a criar melhores pessoas. A instituição por excelência em termos de educação !
Tenhamos filhos, ou não, seguramente existem muitas pessoas nas nossas vidas para quem desempenhamos (ou podemos desempenhar) o papel de educadores.
Entender o nosso papel como educadores e como construtores de um melhor futuro é chamar a nós a responsabilidade pelo desenho de uma visão que engloba um papel activo nesta área. Que tipo de pessoas queremos ajudar a criar, que valores reforçam a actuação da nossa família, que orientações pautam as decisões do nosso agregado, são perguntas que nos podem ajudar a fazer um upgrade no nosso papel como educadores.
O papel da família na nossa vida
A pergunta que devemos começar por fazer ao reflectir sobre este tema, é exactamente o que é para nós a família, e que papel tem ela nas nossas vidas.
Para nós a família é um laboratório vivo. Ou seja, através dela melhoramos o legado que nos foi dado e ajudamos a formar pessoas melhores: nós e os nossos filhos. É assim importante que façamos escolhas informadas e que nos tornemos assim num exemplo para os nossos filhos.
Valores importantes para nós na família
Tal como na relação íntima, os valores são um ponto importantíssimo neste relacionamento alargado. São eles que suportam o caminho de todos em volta de um objectivo comum, que direccionam a nossa atenção e o nosso pensamento.
A título de partilha, os valores que defendemos na nossa família são:
Verdade | Respeito | Responsabilidade | Espírito de união | Amor | Integridade
Como queres ajudar os teus filhos a crescer?
Esta é talvez a pergunta que resume a nossa actuação como educadores. É a linha mestra que nos guia na nossa actuação diária e na visão que temos sobre o que gostaríamos de acrescentar à sociedade.
À reflexão: ficarias contente se os teus filhos se transformassem em adultos..., nós respondemos...
...autónomos | felizes | saudáveis | conscientes.
Estas são as qualidades chave que queremos desenvolver nos nossos filhos.
E tu? Já pensaste no pequeno tesouro que tens em casa, e o quanto podes, através de uma educação mais consciente, mudar o destino do mundo?….
PS - O que acabaste de ler é um excerto do Livro Master Your Life, Capítulo Família.
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Quem és tu numa versão evoluída?]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/13/Quem-%C3%A9s-tu-numa-vers%C3%A3o-evolu%C3%ADdahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/13/Quem-%C3%A9s-tu-numa-vers%C3%A3o-evolu%C3%ADdaMon, 13 Aug 2018 21:32:29 +0000
A espiritualidade como forma de evolução do potencial humano.
Caminhar nesta área é caminhar em direcção ao espírito, o nosso lado mais elevado, que não estando presente de uma forma visível na nossa vida, está muito mais presente do que imaginamos. Quando temos ideias, quando chegamos a respostas sobre matérias que pensamos não saber, quando temos uma indicação clara do caminho a seguir. Este é o nosso lado não físico, mais expandido, a falar.
Sabemos que somos mais do que apenas um corpo físico, com uns quantos pensamentos e um conjunto de emoções. Sabemos, ou começamos a perceber que temos talentos, que temos uma missão, que temos um papel no mundo. Que existimos para além do que vemos ou sentimos. Mas sabemos verdadeiramente o que fazer com isso?
Não há uma maneira única de o fazer, mas a tua maneira é o que a torna única.
Crescer espiritualmente significa dominarmos todos os planos da nossa existência - físico, mental e emocional. Sermos a melhor versão de nós mesmos, em qualquer uma destas dimensões. E isso não se faz de um dia para o outro, é um caminho que se percorre ao longo da vida. É um caminho de aprofundamento individual, baseado em princípios que a cada um faz sentido.
Neste processo de evolução, fundamental será ir perguntando se tal decisão está alinhada com o teu eu superior, se te abre novas possibilidades, se te deixa mais leve, mais livre.
Numa versão evoluída de nós, não nos cuidarmos não tem lugar, não nos amarmos não tem lugar, não fazermos o que amamos não tem lugar. Aqui, os nossos pensamentos são construtivos e expansivos, e as nossas emoções suportam a nossa felicidade e crescimento. Esta é a responsabilidade que deriva de fazermos este trabalho. Este é o compromisso que a partir daqui assumimos para chegarmos ao nosso eu superior, à nossa melhor versão.
Para isso, importa começares por trabalhar a tua visão…
# Que visão tens da tua versão mais evoluída? Quem és tu no teu eu mais elevado?
# O que observas nesse teu eu? Como é a tua vida, os teus sentimentos, os teus pensamentos…?
EUS The School of Being
E porque não há melhor altura que o Verão, para irmos mais profundo no nosso crescimento pessoal, aproveita estas ferramentas mágicas para ires mais além no conhecimento que tens de ti próprio/a...
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(Re)encontra-te na espiritualidade...]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/08/Reencontra-te-na-espiritualidadehttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/08/Reencontra-te-na-espiritualidadeWed, 08 Aug 2018 22:28:23 +0000
Aqui, mais do que em qualquer outra área, mais do que fazer, precisamos de ser. Precisamos de nos libertar de pensamentos limitativos e ligarmo-nos a um pensamento maior.
Crescimento espiritual é exactamente isso. A nossa habilidade de contactarmos com a nossa dimensão mais elevada, com a melhor versão de nós e percebermos como é que é a vida a partir dessa perspectiva.
É nesta área que, guiados pelas nossas dúvidas de existência, somos muitas vezes levados ao caminho das nossas maiores respostas. É aqui que dia após dia vamos realmente entendendo quem somos na nossa verdade mais absoluta. É aqui que muitas vezes experienciamos as mais profundas sensações de propósito e de significado da vida, de paz interior e ligação a algo muito maior do que nós próprios. E isto porque realmente temos várias dimensões, umas mais físicas e energeticamente mais densas, e outras mais leves e energeticamente mais elevadas, como sejam a nossa dimensão mental ou mesmo espiritual.
A melhor forma de entrarmos em contacto com este lado mais profundo de nós, é exactamente a de começarmos a perceber quem somos a um nível mais elevado.
E é por isso mesmo que te convidamos a fazer alguns exercícios exploratórios, que fazem parte das reflexões sobre o nosso lado ser…
# Quem sou eu? Que tipo de valores são mesmo importantes para mim?
# Que tipo de mudanças gostaria eu de ver no mundo?
# De quem sou devoto?
Responde a todas a questões com profundidade e, acima de tudo, com a tua verdade. Só tu sabes o que realmente és e até onde podes chegar. Liga-te à tua pura essência e ganha novas perspectivas sobre ti e o que te rodeia, através da espiritualidade.
Com amor,
Rita e Rodrigo
E porque não há melhor altura que o Verão, para irmos mais profundo no nosso crescimento pessoal, aproveita estas ferramentas mágicas para ires mais além no conhecimento que tens de ti próprio/a...
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A crítica]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/06/A-cr%C3%ADticahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/06/A-cr%C3%ADticaSun, 05 Aug 2018 23:30:40 +0000
A crítica pode ser altamente inibidora do nosso desenvolvimento enquanto pessoas, quando contribui para a nossa contracção, para aumentar a nossa insegurança, para criar um maior fosso entre nós e o mundo. Quando isto acontece ela traz consigo uma enorme interferência pessoal (por parte de quem a diz), é pouco objectiva e muito assente em linguagem emocional. Esta crítica é muitas vezes reforçada pela provocação de um sentimento de culpa, ficando o criticado, ou o culpado, totalmente nas mãos do crítico.
A crítica construtiva por seu turno, é isenta, desapegada de qualquer resultado, objectiva e precisa, contribuindo sempre para nos ajudar a evoluir.
Se estamos muito focados no exterior, a trabalhar para receber elogios, ou acrescentar à reputação, qualquer crítica nos abana. Entender o ponto de fricção da crítica é conteúdo vivo para a nossa fogueira.
Uma crítica é simultaneamente um convite à acção. A fazermos algo mais, a fazermos algo melhor. E nesse sentido comporta em si mesma um enorme potencial para a transformação. Tudo o resto são ataques à nossa imagem que, provavelmente, já imunizámos nas semanas anteriores.
Em última análise, a crítica pode ao mesmo tempo ser o nosso barómetro acerca de quão centrados estamos. O quanto estamos no nosso verdadeiro caminho, ou ainda à procura de validação exterior.
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Ilustrado com a tua história…
Que tipo de críticas te incomodam? Consegues encontrar alguma relação com a infância?
Se sim, entende que a dor que está a vir ao de cima é uma dor já muito antiga…
O que te pode ensinar este processo?
Consegues ver em cada crítica um convite à acção?
Começa a estar atento/a à forma como recebes críticas e àquilo que podes fazer com elas. Muitas vezes, podem ter um significado maior que aquele que é apenas ouvido (e não escutado, profundamente).
Um excelente dia,
Rita
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Da intenção à acção!]]>EUS School of Beinghttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/02/Da-inten%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-ac%C3%A7%C3%A3ohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/08/02/Da-inten%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-ac%C3%A7%C3%A3oWed, 01 Aug 2018 23:10:32 +0000
Sabemos que a intenção tem o poder de fazer perdurar aquilo que mais queremos, é o que, à partida, nos move, nos faz correr atrás. Mas também sabemos que é preciso unir esse pensamento, essa vontade de o fazer, à acção.
Se uma ideia te desafia a criares algo ou a dar início a um projeto, não podes ter a arrogância de a colocar de lado, em “stand by” à espera de teres um espaço na tua agenda (forçosamente) ocupada. Sob pena de essa mesma ideia se ir embora... sob pena de surgir na cabeça de alguém mais interessado, mais entusiasmado, ou, pelo menos, alguém que a agarrou e avançou. E avançar não tem que significar dar um passo gigante. Significa apenas fazer algo que ainda não se fez anteriormente. Uma ideia é um convite ao amor, à co-criação.
Isto quer dizer que devemos agarrar todas as ideias que nos aparecem?
Não, claro que não. Elas merecem ser escutadas, ponderadas, sentidas. Tal como gostávamos que o fizessem connosco. E depois disso, certamente, terás uma resposta, quer seja positiva ou negativa, que te faça avançar ou não com essa ideia para a frente.
A resposta está sempre em ti, poderás é, ás vezes, não lhe dar tempo para surgir, porque também não te deste tempo para pensar.
Nós acreditamos loucamente nas ideias. Acreditamos que são entidades altamente inteligentes, que surgem de acordo com o potencial da pessoa. Por isso, se tiveste essa grande ideia, é porque és a pessoa certa!
Então, que (primeiros) passos podemos dar para colocarmos esta nossa ideia em acção?
#1 Assume este namoro, entre ti e a ideia
Sente-te honrada(o) pela escolha e assume este namoro que aqui começa, entre ti e a ideia. O fato de o oficializares, de partilhares com alguém, ou mesmo só de tomares consciência desta relação, aumenta o teu grau de compromisso.
#2 Transforma essa ideia num outro nível de intenção
Já não é mais uma coisa que te passou pela cabeça, ou que cruzou o teu pensamento. É um desejo forte que tens de co-criação. É a confirmação e responsabilização do compromisso. O compromisso de levar a cabo as devidas ações para o plano físico, para a materialização, dessa ideia.
#3 Dá-lhe um espaço próprio
Cria um espaço na tua mente e na tua vida para esta ideia. Um espaço próprio para tudo aquilo que te servirá para a tornares no que realmente queres. Dá-lhe um nome, dá-lhe uma forma, dá-lhe uma cor. Dá-lhe o que sentes que para ti faz sentido, que para ti seja claro.
#4 Dá-lhe uma agenda
Dá-lhe um tempo, no tempo. Dá-lhe um calendário, dá-lhe recursos, dá-lhe atenção! Aqui, compromete-te na ação e na consistência. Na gestão do teu entusiasmo. Começa aqui o teu verdadeiro investimento.
#5 E sente-te novamente honrada(o)!
Não é todos os dias que temos a sorte de ser escolhidos para algo tão especial!
Começa hoje a por as tuas intenções em acção. Começa hoje a investir nas tuas ideias, a investir em ti. Pois é, certamente, o melhor investimento que podes fazer na vida!
Um dia inspirador,
EUS School of Being
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O poder da intenção]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/29/O-poder-da-inten%C3%A7%C3%A3ohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/29/O-poder-da-inten%C3%A7%C3%A3oSun, 29 Jul 2018 12:46:20 +0000
A intenção é uma arma poderosa no processo de acordarmos o nosso potencial, de nos desenvolvermos. É a intenção que serve de combustível, para a disciplina que necessitamos, para alimentar a concretização dos nossos desejos.
A intenção é a força de vontade que une o pensamento à acção
É o pensamento focado que chama “tudo e todos” para uma concretização. A sua força é tanto maior, quanto maior o alinhamento dessa vontade com a energia do coração, com o desejo supremo.
A intenção é a constância do processo que nos permite passar por cima da dependência da inspiração.
A intenção torna os processos mais profundos e ao mesmo tempo mais isentos. É um pacto de serviço que fazemos e através do qual nos colocamos ao dispor. Não dá para faltar! O nosso papel deixa de ser o de fazer bem ou mal, para passar a ser o de aparecer, de marcar presença, para a prática, para o projecto, para o desejo.
A intenção favorece a consistência
Grandes intenções alimentam a vontade necessária para sermos consistentes na nossa prática, nas nossas acções.
Por exemplo se praticarmos desporto apenas porque nos é benéfico para a saúde, (para a maioria de nós) pode não ser suficiente para manter uma consistência. Agora, se trouxermos à consciência o impacto positivo que isso tem na maior parte das áreas da nossa vida, então a consistência fica muito mais facilitada.
A intenção ajuda a cultivar a fé
A intenção ajuda a cultivar a fé, porque sabemos que qualquer que seja a disposição com que estamos, isso torna-se irrelevante quando existe uma missão maior, um propósito. É um estado de espírito, um compromisso de alma. Não depende de planeamentos, apenas de presença para se manifestar. A intenção está ligada com o ser e não com o fazer.
A intenção enaltece a nossa mais nobre capacidade - a de sermos uno com o processo de criação
A intenção é uma das partes mais importantes do processo de criação. Porquê? Porque nos chama à nossa responsabilidade de criadores. Não existe co-criação, sem a nossa intervenção. A intenção, é o primeiro passo. Aquele em que assumimos o que queremos, com a intensidade que queremos. Parecendo um detalhe, mas isto edifica em nós não só clareza, como a confiança de que somos um com o todo.
E tu? Já verificaste quanta intenção pões tu na vida? Quanta expansão de ti pões em cada um dos teus projectos?
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Estas pequenas questões, podem-te ajudar a acordar dentro de ti a matriz de intenções.
# És uma pessoa que gostas da sensação de ter coisas feitas? De ir eliminando a tua lista de to do’s? Tenta descrever qual a sensação que gostas neste processo?
# De que forma poderia este processo ficar facilitado se tivesses uma intenção?
# Que intenções tens? Quais os teus sonhos?…
# Qual a consistência que seria necessária para preencheres a tua intenção? Escrever todos os dias? Praticar todos os dias?…
Não desperdices nunca uma oportunidade de fortaleceres a tua intenção.
Com a intenção de contribuir para a tua felicidade,
Rita e Rodrigo
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O que é realmente importante num processo de transformação]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/21/O-que-%C3%A9-realmente-importante-num-processo-de-transforma%C3%A7%C3%A3ohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/21/O-que-%C3%A9-realmente-importante-num-processo-de-transforma%C3%A7%C3%A3oSat, 21 Jul 2018 17:16:45 +0000
[sob pena de não saíres eternamente do mesmo sítio]
Estas pequenas notas que aqui hoje partilhamos, foram-nos ensinadas, ou melhor vividas e experienciadas, através das nossas de sessões individuais, de Sound Healing e Homeopatia.
Muitas vezes, por trás das objeções, crenças negativas e outros bloqueios dos nossos clientes, está algo muito maior e mais profundo. Está uma vontade, ainda que muitas vezes tímida, de evolução. É isto que nos é trazido cada vez que iniciamos uma sessão. É esta a fonte a que temos de aceder quando queremos ajudar numa verdadeira transformação.
Há muito mais do que aquilo que nos é trazido pelo cliente
Adoramos trabalhar com a energia, com o subconsciente, e com a informação não racional que nos é transmitida, por vias normalmente não verbais. Esta é a fonte de informação pura, mais autêntica, menos manipulada ou interpretada.
Simples detalhes de uma sessão…como a pontualidade, a forma como a pessoa entra na sala; como expõe aquilo que traz para cada sessão, como se apresenta, como fala, como está a sua energia no momento…e tantos outros, dão-nos uma série de informações tão mais vasta quanto aquela que o cliente traz na agenda do seu encontro. Muitas vezes em vez de apontar um caminho, está mais valor contido nos primeiros 5 minutos do que, às vezes, no resto da sessão.
Por aqui tiramos uma série de traços de personalidade que nos vão ser muito úteis na perceção da pessoa e da sua dinâmica. Esta é informação pura que nos advém de um plano muito mais autêntico que o mental.
Um cliente é muito mais do que um conjunto de objetivos, de ambições, de desejos de trajetos de vida. Ele é uma reunião divina de luzes e sombras, forças e fraquezas, conteúdos e silêncios. Ele é uma força vital em manifestação. E crucial num processo de transformação é trazer esta força vital, de novo para o seu equilíbrio. Para quê? Para que a pessoa possa realmente manifestar em pleno aquilo para o qual está designado. Para que expresse aquilo que é realmente valioso para si. Só aquilo que é verdadeiramente importante promove a mudança e transforma.
Trazer para o equilíbrio não é apenas focar nos pontos fortes e potenciá-los; isso só não chega! Não é eliminar as dificuldades e apresentar soluções; isso só não chega! É preciso entender a dinâmica que nos move e que nos pára; os detalhes da nossa história; a poesia das nossas adversidades.
É preciso aumentar a consciência da pessoa sobre si própria
Trazer para o equilíbrio natural é primeiramente ajudar a pessoa a aumentar a sua consciência do seu todo. Da sua forma de ser, do padrão energético que a rege, e que está ao seu dispor para ser usado nos seus planos de vida. Entender o padrão energético de uma pessoa é perceber o que a faz mover e o que a faz parar; a essência da sua busca; as dores e os prazeres que a movem. Só assim, e com todos os elementos, podemos ajudar a pessoa a integrar; a continuar o seu caminho, não deixando partes para trás, não descurando aspetos de si que lhe são altamente úteis num processo de transformação.
A arte deste processo é ajudar a pessoa a tomar o máximo de consciência sobre si; a convidar para uma mesma festa todas as suas facetas; a enquadrar todas as suas sombras oferecendo-lhes uma nova perspetiva de luz. Só assim a pessoa se sente inteira para abraçar o seu caminho; só assim faz uso de tudo o que lhe foi, com divino e magno propósito, oferecido.
Promover o processo de auto-aceitação
Para a transformação ser inteira, é preciso ajudar a pessoa a tomar consciência da utilidade de todas as suas facetas como potêncial…e de todas as adversidades. Na vida, como nas pessoas, não existe o bom ou o mau, existe o que existe. E tudo tem utilidade; de outra forma teria dificuldade em enquadrar a existência.
Um processo de transformação, neste contexto, é um processo de co-criação de ambas as partes (coach-coachee, terapeuta-paciente…), no qual todos estes elementos fazem parte e o cliente é convidado a fazer a alquimia dos mesmos. É por aqui que se promove a integração e a continuidade. Esta é a chave da autonomia do cliente.
E nunca esquecer…
Entender o que é que realmente tem de ser transformado…
O que tem de ser transformado (curado) é aquilo que o bloqueio está impedir a pessoa de fazer…
É essa a chamada de atenção da vida para com nós próprios. As pessoas às vezes querem apenas ver-se livres do impedimento, quando o que está realmente a ser oferecido no momento é uma oportunidade de trabalhar a um outro nível, como um todo. Às vezes estamos apenas a querer silenciar algo, quando por trás disso o que nos está a ser dado é uma oportunidade de ultrapassar limites, de desenvolver algo mais profundo e chegar a um novo patamar. O que é fica em causa com este impedimento que sentimos? O que é que deixa de ser feito? É uma disponibilidade permanente para os outros? É uma necessidade de trabalhar horas a fio? É aí que temos de chegar, para alcançar muito mais.
Contribuir para a transformação de alguém é gratificante, mas mais importante é ter sempre presente que a pessoa é muito mais do que aquilo que a traz ali.
Um óptimo dia,
Rita e Rodrigo
Caso trabalhes na área de Desenvolvimento Pessoal, Coaching, ou qualquer outra área em que o foco é fazer crescer o outro, com base no seu potencial, e se tens interesse em enriquecer a tua prática, coloca aqui o teu email que iremos brevemente enviar-te uma ferramenta que te vai permitir perceber se a tua abordagem está efectivamente a ser transformadora!
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Entre o ter e o ser...]]>Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/19/Entre-o-ter-e-o-ser-est%C3%A1-o-equil%C3%ADbriohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/19/Entre-o-ter-e-o-ser-est%C3%A1-o-equil%C3%ADbrioThu, 19 Jul 2018 00:03:57 +0000
Quando estamos alinhados com o que realmente somos, quando os nossos relacionamentos estão estáveis, quando o trabalho é para nós uma forma de expressão, os bens materiais e a consecutiva qualidade de vida como um todo, são uma consequência natural.
É assim que a pessoa se consegue expressar nas suas várias facetas do ser e do ter. É assim que conseguimos um verdadeiro equilíbrio entre o que somos e o que temos. Equilíbrio esse que se traduz no desafio a que nos propomos diariamente: o de irmos nivelando, aqui e ali, os vários "Eu's" da nossa vida.
Este balancear é extremamente importante por forma a não termos o stress consequente de cada um dos extremos - ou viver em escassez de bens materiais, ou viver em abundância de bens, mas em aperto de existência. No fundo, por forma a termos aquilo a que chamamos de qualidade de vida.
Ainda que isso possa, para cada um de nós, ter significados diferentes, a verdadeira qualidade de vida decorre de nos sentirmos satisfeitos com o nosso dia a dia, com os bens que temos, com as pessoas que convivemos, com o tempo que temos, as experiências que fazemos, etc.
Se não estás a conseguir a qualidade de vida que queres, possivelmente, uma de duas coisas está a acontecer. Ou não te estás a conseguir expressar na tua plenitude, e portanto, não estás a gerar os resultados que pretendes; ou a tua estrutura (seja de custos, de tempo, de energia) está desadequada face à vida que estás a ambicionar.
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Para que possas explorar novas perspetivas, novos caminhos, convidamos-te a fazeres um pequeno exercício.
Porque por trás do que queremos...pode estar algo maior...
1. Pensa nos teus desejos (bens, experiências...), naquilo que realmente te entusiasma e tem significado para ti, e reflecte um pouco sobre a sua razão, ou seja: porque é que os gostarias de ter e como é que a conquista dos mesmos te faria sentir.
2. Seleciona aqueles que, neste momento, estão mais presentes na tua vida e, para cada um, responde às seguintes questões:
. O que desejo...?
. Porquê...?
. Como é que isso me faz sentir...?
3. Agora, observa o impacto desses mesmos desejos...
Quem beneficiaria se os meus desejos se concretizassem?
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Refletires é o primeiro passo para chegares à tua visão e, consequentemente, abrir caminho para os passos que tens de dar para lá chegar. Isto é aprendizagem, e isso é o que nos faz evoluir!
PS - O que acabaste de ler, é um excerto do Livro Master Your Life.
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Felicidade na Tribo]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/16/Felicidade-na-Tribohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/16/Felicidade-na-TriboMon, 16 Jul 2018 17:45:00 +0000
Normalmente não escrevemos sobre o que escrevemos. Mas desta vez é diferente.
Tivemos a oportunidade de escrever para um projecto diferente. Um projecto de famílias, de parentalidade consciente, de felicidade. A revista Tribo. Este facto deixou-nos tão contentes, que não resistimos a partilhar aqui um excerto dessa maravilhosa conversa.
A história da felicidade constrói-se, é verdade?
Acredito que sim. Não com planos, mas com atenção. Atenção interior, escuta activa do que realmente nos nutre, nos inspira e nos faz crescer. Esta é a fórmula do Joy Planner; este é o esquema de activação que de uma forma tão simples tem trazido tanta felicidade à vida de tantas pessoas.
Parece simples, mas é eficaz. Porque nos traz um pouco mais para dentro, para nós. Temos muitas vezes tendência a vier a vida de uma forma mais desligada, mais em piloto automático onde sentimentos como a alegria ou a felicidade, já nem constam da nossas ambições. Tornaram-se um cliché aos quais damos muito pouca atenção.
O Joy Planner, de uma forma muito simples e divertida, traz esta consciência de volta para a nossa vida.
Como se traz alegria para dentro de uma familia? Podemos planeá-la?
A alegria numa família, do nosso ponto de vista está ligada a dois vectores principais: o amor e o cultivo da autenticidade. A família é aquele lugar seguro onde nos vamos podendo mostrar e onde vamos, ao longo do tempo, moldando a nossa personalidade. É assim importante, que esteja sustentado num quadro de valores, que mais não são do que princípios orientadores que suportam ou norteiam toda a acção de uma família. É como que a base que vai suportando toda a responsabilidade que os seus diversos membros vão ganhando.
Acima de tudo, a alegria de uma família, faz-se com a busca activa da alegria de cada um de nós, e com o suporte que damos à busca de felicidade por parte dos nossos filhos. O que é que ´importante para eles? O que é que os faz felizes? Em que é que acreditam?…
Como Pais, temos realmente de ter a responsabilidade de perceber diariamente o tipo de conceitos com os quais queremos que os nossos filhos cresçam. Entender também que os nossos filhos (mais do que com o que dizemos) aprendem com o que nós fazemos, com os exemplos que passamos. Não podemos querer criar filhos saudáveis, alimentando-nos de forma descuidada por exemplo.
A família é um local de partilha, de verdade, um laboratório vivo para todo o nosso acreditar.
É possível ensinarmos os nossos filhos a serem felizes?
Claro. A nossa principal recomendação aqui é primeiro no sentido de entender que a felicidade é mesmo uma responsabilidade de cada um, e depois; de os ajudarmos a encontrar a sua verdadeira autenticidade, a perseguirem sempre o que os faz felizes. Sem filtros, nem preconceitos. Sem expectativas, nem projecções, e com uma enorme abertura de coração. Afinal não há mesmo nada mais importante na vida do que a sua própria felicidade.
Como ensinas isto às pessoas?
Ensino exatamente da mesma forma. Ajudando-as a ir bem fundo dentro de si, a escutarem-se na sua verdade, a transporem a sua mente racional. Só assim conseguem ir além dos limites de protecção da sua personalidade. É lá bem fundo, na subtileza do nosso estar que encontramos as respostas mais autênticas de nós.
Ajudo-as a expressarem-se a partir da sua essência. Não necessariamente e apenas através da sua voz, mas através da ligação exactamente aos que lhes dá prazer e sentido. A vida fica mais fluída, mais feliz, mais preenchida e assim, mais saudável também.
Consigo diariamente ver a ligação directa entre o bem estar de uma pessoa (físico, mental emocional) e a sua autenticidade; a forma como vive a vida. Para mim verdadeira saúde é quando o que somos, está alinhado com o que sentimos, pensamos e fazemos.
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Para verem a entrevista completa, sugerimos mesmo que adquiram a revista.
A revista Tribo é mágica. No seus conteúdos, no seu design, no seu formato e claro, na sua fundadora - a Rita Ferro Alvim, a quem naturalmente agradecemos a oportunidade.
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Diz-me o que fazes, e dir-te-ei o que sentes !…]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/08/Diz-me-o-que-fazes-e-dir-te-ei-o-que-sentes-%E2%80%A6https://www.eus-school.com/single-post/2018/07/08/Diz-me-o-que-fazes-e-dir-te-ei-o-que-sentes-%E2%80%A6Sun, 08 Jul 2018 14:32:59 +0000
[quando tens medo de sentir]...
No último post falámos sobre as dinâmicas que as pessoas que têm medo da sua própria Luz usam para se auto-sabotarem. Hoje queria falar sobre os estratagemas que as pessoas que têm medo de sentir usam. Sendo posturas diferentes, no final trazem um mesmo resultado - uma total desconexão com a essência de cada um, com o Divino que existe em cada um de nós.
E perguntam com razão…mas porque é que alguém se auto-bloqueia por medo de sentir? Exactamente pelo mesmo motivo que alguém se bloqueia por medo da própria luz. Na maioria das vezes, a raíz dos nossos bloqueios não está nos nossos medos ou dúvidas, mas sim nos nossos mais profundos desejos, na nossa luz. Porque esses sim, são indutores da mais profunda das transformações.
E antes de continuarmos gostava que todos reflectissem e respondessem na mais pura das verdades à seguinte questão…o que aconteceria se não tivesses nenhum medo de sentir?…
As pessoas que têm medo de sentir, usam uma série de esquemas (onde acabam também por cair) para se pouparem à experiência da sensação…vê se por acaso te reconheces em alguma delas…
#sentimento de estagnação
Quando anestesiamos algo, deixamos de sentir. Acabamos desligados da vida, do seu pulsar, do seu mistério. Parece que estamos estagnados. [Na realidade, não estamos. É pior ainda…porque a vida nunca pára; e se paramos, na realidade o que estamos é a andar para trás].
#dormência
Quando alguém tem medo de sentir, usa uma série de tácticas para anestesiar qualquer possibilidade que surja nesse sentido. Na maioria das vezes, o que queremos é anestesiar a dor, mas ao promovermos um estado de insensibilidade acabamos por vedar também a experiência do prazer. Tornamo-nos, de certa forma, apáticos às sensações, apáticos à vida.
Este comportamento é muito visível por exemplo na saúde, em que o recurso a supressores (de dor, de febre…) se torna uma opção demasiado frequente perante cada adversidade. Na saúde, na maioria das vezes, assistimos a ser mais urgente eliminar a dor, suprimir o sintoma, do que procurar a cura.
Esta anestesia acontece frequentemente também no plano emocional, em que o fazemos com o propósito claro de silenciar o que sentimos. Falei muito sobre isto num post anterior.
No plano mental, estupidificamos, deixamos de conseguir responder aos estímulos e ao entusiasmo da vida.
#sobre-estimulação
É frequente nas pessoas que têm medo de sentir, surgir a necessidade de estimulação permanente. É o pólo oposto do estado em que propositadamente se colocam no seu dia-a-dia. O ser humano é um ser de sensações. Se esta porta lhe é constantemente vedada, é natural que se acumule aqui uma pressão para manifestação no extremo oposto.
#desligamento
este é consequência clara da anestesia e do medo de sentir, que tem um reflexo claro por exemplo nas relações. E muito nas relações íntimas e na sexualidade. As pessoas que têm medo de sentir, não conseguem nunca entregar-se a uma experiência de sensação e mistério.
O importante aqui é entender que fazemos tudo isto por medo de sentir, por medo que uma determinada experiência nos vá causar dor. Mas também é bom entendermos que o simples facto de trazermos isto à consciência, de nos observarmos, vai, por si só, ajudar-nos a libertar desta crença.
A dor só é transformada em sofrimento quando é perpetuada no plano mental. E é exactamente isso que queremos evitar. Não temos que ter medo de sentir…ou de não sentir.
Toda a dor é passageira; já o prazer, … esse pode ser eterno.
Vale a pena começares a sentir-te.
Em amor de sensação,
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As tuas noites nunca mais serão as mesmas...!]]>Rodrigo Maia de Loureirohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/04/As-tuas-noites-nunca-mais-ser%C3%A3o-as-mesmashttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/04/As-tuas-noites-nunca-mais-ser%C3%A3o-as-mesmasWed, 04 Jul 2018 14:09:31 +0000
Se me perguntassem o que mais valorizo na vida, sem dúvida nenhuma, que uma das minhas respostas seria o sono. Um bom e profundo sono !
Acho que foi preciso a minha filha mais pequena nascer, para eu me relembrar realmente da importância que um bom sono, tem na minha vida. E foi exactamente com este propósito em mente, que desenvolvi este trabalho- o de construir uma música que nos induzisse um sono profundo e reparador.
Para mim, mais importante que o número de horas que durmo, é a qualidade do mesmo.
Quem tem filhos pequenos, sabe que é frequente acordarmos a meio da noite, e depois demorarmos algum tempo a adormecer...e o sono ser por diversas vezes interrompido...e isto interrompe os ciclos naturais do sono. Neste enquadramento, conseguir umas poucas, mas boas, horas de sono profundo é tudo o que precisamos para nos restabelecer.
O sono, é uma das minhas ligações à alma, a Deus ! É aquilo que me traz paz, e ao mesmo tempo vitalidade. Clareza, confiança !
É neste ciclo que rejuvenesço, que desligo para de novo ligar.
O que aqui vos deixo hoje, é exactamente a música que desenvolvi com a intenção de potenciar este espaço sagrado que temos! [Um culminar de um processo que tenho vindo a aprofundar com os meus mentores no estudo do Sound Healing, durante estes anos].
O meu desejo é de conseguir ajudar-vos elevar a qualidade do sono, ao ponto de fazer mesmo a diferença na nossa vida.
♫ Clicar aqui para ouvir ♫
Em paz profunda,
Rodrigo
EUS School of Being
PS - Não partilho aqui os princípios que usei para conseguir este efeito, mas adorava que partilhassem depois comigo, os efeitos que sentiram.
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Diz-me o que fazes e dir-te-ei o que te bloqueia]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/01/Diz-me-o-que-fazes-e-dir-te-ei-o-que-te-bloqueiahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/07/01/Diz-me-o-que-fazes-e-dir-te-ei-o-que-te-bloqueiaSun, 01 Jul 2018 16:06:02 +0000
[quando tens medo da tua própria luz]...
As dinâmicas que as pessoas usam para se desconectarem de si próprias são inúmeras; na base um mesmo sentimento…o medo de chegarem mais perto de si. Entendermos o que está na raíz de cada uma destas estratégias pode representar uma enorme vantagem na alteração desta trajectória
Uma grande parte das pessoas que conheço está desligada de si própria, por medo da própria luz.
O que é que isto quer dizer? O nosso subconsciente conhece as nossas capacidades, aquilo que somos capazes, o nosso verdadeiro potencial. Assumirmos isto em pleno, significa abdicarmos de uma série de realidades que, embora menos desafiantes, estão nas nossas vidas, já conhecemos, e portanto controlamos. E nós sabemos que, é sempre mais fácil mantermos tudo como está, mantermos o nosso (falso) conforto.
Sendo isto obviamente fruto da experiência com a qual vou contactando, posso dizer que são vários os sintomas que te podem indicar se, de alguma forma, tens também este tema de não assumires o te potencial, de te condicionares, por medo de não saberes lidar com a tua enorme luz.
#necessidade de estimulação permanente
Grande parte das pessoas que se condicionam por medo de assumirem a própria luz, têm normalmente uma necessidade de estimulação permanente. O que faz imenso sentido, pois se os planos que temos para nós numa outra dimensão são realmente grandiosos, esta base em que insistimos em manter-nos já significa pouco para nós. É em si pouco estimulante. Então, desde agendas repletas de programas, a álcool, experiências com drogas, sexo, e outros, são vários os items a que recorremos (normalmente em excesso) para nos dar a falsa ilusão de estimulação permanente. Isto mais não é do que uma distração permanente no nosso caminho que nos vai trazendo injecções de (ilusória) felicidade, mantendo o espírito aparentemente entretido.
#necessidade permanente de se “apequenarem”
Na raíz deste necessidade de estimulação está também o “apequenar” permanente a que estas pessoas se sujeitam para que nem uma sombra da sua luz venha ao de cima. Para não fazerem agitação, para nivelarem pela média. Para poderem pertencer; para poderem manter tudo como está.
#contos de fada, ou castelos no ar
Não é que sonhar não seja realmente fabuloso, mas estarmos permanentemente no mundo da fantasia pode realmente ser indicativo de que existe realmente aqui um nível que não estamos a querer passar. Perdemo-nos nestas distrações, em vez de assumirmos realmente a nossa luz. Isto trás naturalmente a ilusão de movimentação, dando-nos uma ligeira ilusão de sonho.
#falta de compromisso
Se temos medo da nossa luz, dificilmente nos comprometemos. Conhecem aquele tipo de pessoas que tem a necessidade de ter sempre uma porta aberta? Não só isso lhes devolve a falsa sensação de controlo, como lhes permite aceder sempre a uma experiência de maior estimulação que fique entretanto disponível. Tudo serve para mantermos a nossa mente ocupada, deixando pouco espaço para que o espírito nos convide a outra vôos.
#confusão e falta de clareza
A confusão que te advém de teres de colocar a cabeça numa posição sempre de controlo face a todos os outros centros, principalmente o coração. Quando tens necessidade de desligar de ti própria, é inevitável promoveres a cabeça, ou a mente ao teu principal posto de controlo. E isso gera naturalmente confusão. Tens linguagens, ou ambições diferentes dentro de ti.
As tuas prioridades ficam também pouco claras, pois tens dificuldade em hierarquizá-las.
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Esta é apenas uma pequena lista não exaustiva das várias estratégias que usamos para fugir de nós. Entendê-la pode nos ajudar a reconhecer algum padrão que exista dentro de nós e neste sentido, mudar. É mais que natural toda esta mecânica. Faz parte da nossa condição humana. Mas posso-te dizer que não há nada mais mágico na vida, do que deixarmo-nos surpreender pela nossa própria magia.
Aproveita e vê bem dentro de ti se existem indícios que te mostrem que estás realmente a evitar-te em todo o todo teu potencial…e não deixes por favor de ver o que podes fazer realmente em relação a isso. Aproveita hoje o momento e faz algo por ti. Não é por acaso que estás exactamente a ler este artigo.
Em amor pela tua luz,
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A inveja que te vai ajudar a mexer]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/06/27/A-inveja-que-te-vai-ajudar-a-mexerhttps://www.eus-school.com/single-post/2018/06/27/A-inveja-que-te-vai-ajudar-a-mexerWed, 27 Jun 2018 19:41:19 +0000
A inveja é uma emoção altamente corrosiva. Sempre que experienciamos inveja, experienciamos sentimentos de desvalorização própria, e na maioria das vezes ou paramos perante esta sensação, ou pior ainda, desenvolvemos zanga, ou mesmo raiva.
Este tipo de experiência leva à cristalização, leva a erguermos protecções entre nós e a percebida ameaça, afasta-nos do (potencial) desafio. A inveja tem a mesma vibração que o medo. Vem temperada com um enorme grau de ilusão, onde aos pequenas detalhes acrescentamos toda uma série de hipotéticos ameaçadores acontecimentos.
A inveja ergue os seus alicerces na crença de que estamos num patamar inferior, seja qual for a situação. Inveja de uma mulher/homem que ameaça o nosso relacionamento, ou inveja de um qualquer feito que alguém conseguiu e nós não.
Mas a inveja, tal como a maior parte das emoções menos positivas tem um enorme potencial de transformação. Basta que vejamos a dinâmica energética do momento. Sempre que uma situação incomoda, ela toca os nossos pontos de insegurança e de imediato, o ego nos enche de falsas crenças que nos deixam uma enorme sensação de desconforto. Perante esta sensação normalmente paramos. Paramos num discurso mudo de auto-desvalorização, e muitas vezes de vitimização também. O ego conseguiu naquele momento convencer-nos de que não estamos à altura para fazer melhor, e acabamos por desistir.
Mas não tem de ser assim.
A primeira coisa que temos de fazer é deixar de identificar as situações ou as emoções como boas ou más. Todas elas têm um propósito e as que menos gostamos, são realmente aquelas onde podemos tocar o maior potencial de transformação.
Podemos sempre ir à raiz do que nos incomoda e perceber o que realmente poderemos fazer para conseguirmos desbloquear a situação, para conseguirmos soltar o desconforto, convidando a aprendizagem a entrar. Por exemplo…a rapariga incomoda porque tem um corpo firme e moldado? Porque não aceitar a situação e escutar a mensagem nela contida, de que se calhar podemos trabalhar mais o nosso corpo da forma que gostamos e nos faz sentir bem?… Alguém conseguiu materializar um qualquer projecto? Porque não darmos asas ao nosso e materializar também? [Até porque o mundo tem um ritmo, e não vai de certeza ficar à espera de quem deseja pausá-lo].
E esta é a magia que as situações que nos incomodam têm. Algures neste espaço entre o desconforto e a zanga, a mudança pode acontecer. O que era mau, pode de repente ser fonte de alquimia. Basta que nos mantenhamos abertos e disponíveis. Curiosos para o ponto de evolução presente em cada situação.
É esta a beleza da vida - conseguirmos em cada momento transformar um desafio numa oportunidade, conseguir tocar o infinito a partir do finito.
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Se quiseres trabalhar em ti este conceito…
. Identifica três situações na vida em que tenhas sentido inveja.
. Para cada uma delas, vê o que a situação te estava a indicar e vê que acções podes tomar para transformar cada uma delas.
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Desejo que este exercício te traga expansão, alívio, magia. Que permita que olhes para a vida com os teus mais lindos olhos.
Em amor e magia,
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O que te impede de seres feliz]]>https://www.eus-school.com/single-post/2018/06/25/O-que-te-impede-de-seres-felizhttps://www.eus-school.com/single-post/2018/06/25/O-que-te-impede-de-seres-felizMon, 25 Jun 2018 15:40:07 +0000
O que nos impede de sermos felizes, é exactamente o que nos impede de sermos autênticos, de sermos nós em plena expressão.
Este é mesmo um tema que prezo muito e sobre o qual dedico muito a minha atenção.
Enuncio aqui alguns dos aspectos que mais tenho visto contribuir para este desligar entre a pessoa e a sua felicidade, e que de alguma forma te podem ajudar a trazer mais consciência a este tema.
Não sabermos quem somos
Descobrirmo-nos não é tarefa de um dia; encobrirmo-nos foi tarefa de uma vida.
Não sabemos quem somos, porque provavelmente tentámos uma vida, ser quem não éramos. Sabermos quem somos exige silêncio, disponibilidade, aceitação. Exige aceitarmos conhecer uma realidade que não controlamos. Exige curiosidade.
Quanto mais distante esta realidade estiver de nós, maior a necessidade que temos de silenciar os nossos ímpetos, levando na maioria das vezes a um total desconhecimento de nós. Conhecermo-nos em verdade é um acto não só responsável, como altamente empoderado de uma vida em felicidade.
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A espontaneidade com que respondes a estas perguntas podem-te dar uma ideia do quão perto ou longe estás de ti…
O que é que é mesmo importante para ti na vida?
O que é que gostas de fazer?
Que assuntos te interessam?
Que programas captam a tua atenção?
Ficarmos demasiado presos à personalidade
Infelizmente, fomos desde muito cedo, moldando a nossa personalidade, em função de dois pontos: o que era aceite; e o que a partir dessa verdade gostaríamos de ser. Entre as restrições recomendadas pelos nossos pais e pela sociedade, e o que daí podíamos aproveitar, construímos a nossa história e moldámos a nossa personalidade.
Com o tempo, se nada mais trabalharmos sobre nós, temos tendência a cristalizar estes conceitos, e tornamo-nos de certa forma escravos deles. A ideia aqui é que percebas as várias camadas que foste usando ao longo da vida para te apresentares, e como essa imagem te favorece ou pelo contrário, te prende.
É bom entendermos que a personalidade, sendo um produto quase exclusivo da nossa mente, tem as suas raízes alicerçadas na necessidade de manutenção do conhecido, do controlado, do aceite. Assim, pessoas que estão demasiado na defesa do status quo têm mais dificuldade em experienciar emoções mais puras, como joy, felicidade, alegria, benção, etc…estão demasiado na experienciação de emoções de vibração mais baixa, mas acessíveis, ou mesmo criadas através da mente (de pensamentos).
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Engrenarmos, por exemplo, em actividades que não nos significam; ou apenas entrar nas mesmas com um objectivo pouco profundo, pode ter um enorme impacto na nossa felicidade. Ficamos cada vez mais longe de nós, e portanto mais desligados daquilo que realmente nos faz felizes.
Costumas praticar exercício unicamente com o objectivo de forma física?
Costumas trabalhar horas a fio, por conta de chegares a um determinado cargo?
Não nos expressarmos
Não nos expressarmos seja sob que pretexto for, é uma forma de nos limitarmos, de perdermos contacto com este infinito maravilhoso que reside em cada um de nós. é uma forma de ficarmos desligados deste enorme universo criativo do qual somos parte íntegra e integrante.
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O que fazes para te expressares? Dás ouvido aos teus ímpetos criativos?
Silenciarmo-nos
Silenciarmos quem somos tem as suas raízes na defesa desta mesma persona que fomos construindo para nós ao longo do tempo. Desde tenra idade, não só por pressão social, mas principalmente por necessidade de pertença fomo-nos moldando, fomos escolhendo uma figura com a qual nos apresentávamos e selecionando as partes de nós que mostrávamos. Fomos escrevendo a nossa própria história.
Isto naturalmente foi contribuindo para silenciarmos, ou mesmo esquecermos algumas partes de nós. Resgatarmos esta identidade é condição essencial para vivermos uma vida em felicidade.
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As perguntas que tens de fazer para perceber se estás realmente em supressão da tua voz…
O que é que sentes não estar assim tão bem na tua vida?
O que tens necessidade de disfarçar?
Reprimirmos as nossas emoções
O nosso sistema emocional é um dos indicadores que temos para entendermos realmente o estado de consciência em que nos encontramos. Ele é simultaneamente um barómetro e uma bússola do nosso propósito. Se estamos realmente felizes, estamos no caminho; se pelo contrário algo nos incomoda temos claramente de provocar um momento de paragem. Seja ele para fazer um pequeno ajustamento no trajecto, seja para entender a aprendizagem que está por detrás da situação.
Prestarmos atenção à forma como sistematicamente somos tentados a desligar este nosso sistema de navegação, é de uma enorme utilidade para nos reconectarmos novamente a sentimentos de felicidade alegria.
A. Desligar emocional
O desligar emocional é uma das formas mais violentas que conheço de desrespeito para com a pessoa. Uma pessoa desliga-se porque não quer experienciar determinadas emoções. O problema é que não consegue apenas desligar as emoções desagradáveis; tem também de desligar as outras. Entra assim num quadro de anestesia geral, em que a dor e o prazer não entram. A pessoa torna-se assim incapaz de experienciar a vida na sua essência, tendo tendência com o tempo a tentar estagnar momentos.
aceitamos claros sentimentos de infelicidade em nós, a anestesiar a experienciação da dor, estamos a provocar a compactuar com momentos de não fluidez, de estagnação.
Algumas vez tentaste disfarçar o choro, como medo de que fosse um sinal de fraqueza?
B. Fingir que o que sentimos não é importante
Outra forma que temos de nos desligar é fingirmos que o que sentimos não é importante, não tem lugar, não tem voz. Se o que sentimos não é importante, não somos importantes.
Lembras-te de alguma situação na vida que te tenha magoado, e que fingiste não era importante?
C. Fugir às situações que invocam alterações emocionais
Sempre que fugimos das situações que nos trazem impacto emocional, estamos de alguma forma a querer proteger-nos da aprendizagem que determinada situação nos traz. Sempre que colocamos barreiras entrenós e os outros, estamos de alguma forma a querer controlar um resultado, a querer manter uma situação.
Que situações evitas com medo do impacto emocional que as mesmas possam ter em ti?
Não termos uma verdadeira responsabilidade sobre a nossa felicidade
Seja porque vivemos a vida em piloto automático, ou porque alimentamos sentimentos de culpa acerca do cultivo da nossa própria felicidade, a verdade é que ainda temos um longo caminho nesta matéria. Não podemos continuar a querer acrescentar ao mundo sem assumirmos uma responsabilidade séria sobre esta área da nossa vida. Este é o grande pilar. É a partir daqui que damos aos outros. Aos nossos filhos, marido, amigos, colegas, pacientes e tantas outras pessoas que se cruzam na nossa vida. Este é o nosso dever. É o mínimo que podemos fazer por todos.
Ajudar-te a conectar com o que tens de mais profundo e especial é o que gostamos de fazer. Se pudermos ajudar, diz por favor.
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A tua vida fala de ti?]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2017/03/24/A-tua-vida-fala-de-tihttps://www.eus-school.com/single-post/2017/03/24/A-tua-vida-fala-de-tiFri, 22 Jun 2018 11:53:17 +0000
Adoro fazer testes de presença...aqueles completamente inesperados e não óbvios que nos deixam completamente despidos perante a verdade da situação.
Estares presente é estares vivo, é contagiares cada momento com a tua essência, criar com todos, e com os anjos. É marcar de ti, aqui e ali.
Vê toda e cada área da tua vida, e vê se ela fala de ti.
... na casa onde vives...
Escolheste o sítio?, ou essa foi uma escolha por defeito? Um prolongar de "já agoras", “obviedades” que não questionaste, vendas de luxo que foste sobrepondo?
E a decoração? Amas todas as peças que tens em casa, ou são simples objectos que vais deixando que percam vida a cada instante que já nem os vês?
E o espaço? tens sítios que não abres às visitas?
Estes são normalmente espaços onde a energia estagna e o nosso poder criativo não flui. Buracos de “não sei o que fazer” que se vão acumulando na nossa garagem e nas arrecadações da nossa vida.
Será que a tua casa está a falar de ti?
... e na tua família?
Que parte de ti têm os teus filhos? Brincam juntos? Têm algo só vosso?
Quanto de ti está no dia a dia da casa?
Todas estas reflexões me ensinaram hoje que só estamos realmente presentes, quando interagimos, quando tomamos parte, quando co-criamos! E isto é verdade para as coisas mais óbvias e para as menos óbvias.
Quanto mais estivermos em união com tudo o que tocamos na vida, mais inevitável se torna a criação, a necessidade de colocarmos também a nossa marca, de expressarmos a nossa voz.
Partilho que hoje me dei conta que temos em casa algo só nosso, um dialecto próprio. Não digo com isto que falamos outra língua, mas sim que existem na nossa família pequenas palavras, construídas por nós, a partir da magia do momento. Não damos a isto um sentido de clã, pelo contrário. Recordamos com amor, quando perguntamos se a Mar (nossa filha mais pequenina) já “mimiu”, que as palavras que conhecíamos na altura não chegavam para exprimir o que sentíamos. Ela dorme diferente, ela dorme com mimo, ela “mime”! E como este, tantos exemplos que me dou conta, acrescentam imenso à nossa vida. Não é o facto de inventarmos uma palavra; é a benção de estarmos presentes no momento e percebermos que as palavras que conhecemos muitas vezes não exprimem a forma como estamos a viver a experiência. É a necessidade de criar que vem ao de cima; é o dom que fica desperto com o sentir, com a abertura do nosso coração; é a melodia interna de cada um que ganha aqui a vontade de ser canção.
Que todos possamos todos os dias “mimir” conscientes de que a cada momento construímos a nossa vida e a nossa presença no mundo.
Com amor,
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O que podes fazer para aumentar a tua auto-confiança]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/06/18/O-que-podes-fazer-para-aumentar-a-tua-auto-confian%C3%A7ahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/06/18/O-que-podes-fazer-para-aumentar-a-tua-auto-confian%C3%A7aMon, 18 Jun 2018 15:23:58 +0000
A auto-confiança é um ingrediente absolutamente essencial para levarmos a cabo os diversos planos que temos para nós próprios e para a nossa vida. É como que um combustível que alimenta a nossa ambição.
Quando estamos confiantes, traçamos planos ambiciosos, abraçamos a vida, tornamo-nos amantes das infinitas possibilidades; quando estamos menos confiantes, a nossa vida enche-se de dúvidas e medos. Passamos a actuar na contracção e não na expansão. Retraímo-nos em vez de nos expandirmos.
Acredito que se não confiarmos em nós, não confiamos na vida e portanto não estamos abertos às infinitas oportunidades que a mesma tem para nos oferecer.
Confiarmos em nós, envolve dizermos “não” a este comportamento inconsciente em que tantas vezes caímos de sermos altamente julgadores de nós próprios, de não acreditarmos nas nossas capacidades. Na base de uma fraca auto-estima estão pensamentos repetidos de desvalorização, de pessimismo, de dúvida.
[Tomarmos conta dos nossos pensamentos é uma enorme responsabilidade nossa. Reparem que estes ciclos depressivos em que muitas vezes entramos são totalmente contra a mais pura natureza humana. Os animais, não têm isto, e a vida em geral não é disto que nos fala].
Isto, são padrões de pensamento, alimentados pela nossa mente de uma forma descontrolada, mas quase automática. É este o ciclo que precisamos interromper.
Não tem mal, sermos de vez em quando confrontados com um pensamento menos simpático. Faz parte da vida, e olho para isso como uma nuvem que passageiramente se colocou à frente do sol. O que tem mal, é o modo como nos apropriamos dos mesmos, como construímos em cima deles e pior, tornamo-los parte da nossa identidade. “Sou péssimo nisto, ou naquilo”, por exemplo.
A auto-estima, a auto-confiança são competências que se treinam.
Da mesma forma, que escolhemos os alimentos que queremos que façam parte da nossa alimentação, assim devemos escolher também os pensamentos que queremos que habitem a nossa mente. Existem duas premissas que acho importante partirmos para conseguirmos fazer realmente esta transição.
O amor próprio é uma escolha.
Esta é talvez a base mais essencial para toda uma realidade que queremos (re)criar. É responsabilidade de cada um de nós, tomada de forma consciente, decidir o tipo de pensamentos que queremos que habitem a nossa mente; o tipo de valores que queremos cultivar acerca de nós próprios. Sem amor próprio, não há amor para os outros. Ninguém pode dar a partir de um bolso vazio.
As situações que me acontecem na vida, em nada determinam o meu valor.
As situações que nos vão acontecendo ao longo da vida, são apenas a história da nossa viagem, e não as variáveis indicativas do nosso valor próprio. Errar, não está errado…está ao serviço da experiência e da respectiva aprendizagem.
E o que podemos então fazer para alimentar a auto-confiança?
#1 escreve tudo aquilo que já conquistaste na vida
Muitas vezes nos esquecemos da quantidade de coisas absolutamente fantásticas que já fizemos na vida. Desde as maiores às mais pequenas, das mais difíceis às mais fáceis, todas tiveram o seu grau de desafio, todas contribuíram para o que somos hoje. E por isso, sempre que sentires a tua auto-confiança abalada reúne numa lista, as principais coisas que conquistaste ao longo da vida. Vais ver que só isso vai mudar a ideia que tens de ti próprio.
#2 termina cada dia com uma lista de conquistas
Treina em ti este sentimento de conquista. A conquista traz-nos a prova que a nossa mente precisa para acreditarmos mais em nós. E neste sentido, uma coisa que te pode ser muito útil é criares o hábito de enunciares diariamente as tuas conquistas.
#3 se tivesses que falar por ti…
Uma das coisas que muitas vezes resulta também, é colocares-te no papel de uma terceira pessoa a falar bem de ti próprio…o que diria essa pessoa?. Tipo “A Joana tem uma enorme capacidade de concretização”… Nesta mesma linha, se quiseres ir mais fundo, escreve uma carta ao teu chefe imaginário a recomendar-te, que capacidades dirias que tens? O que em ti poderia fazer a diferença na equipa? Porque é que és, no fundo, a pessoa certa?
#4 lista todas as situações difíceis que tiveste e como conseguiste transcendê-las.
Se fores uma pessoa que precisa mesmo de ser convencida, podes também listar as situações todas que de alguma forma foram para ti desafiantes na vida e a forma como conseguiste superá-las e talvez até transcendê-las. Vais levar um verdadeiro “banho de auto-estima”!
#5 enuncia diariamente as coisas pelas quais estás grata
O amor e a auto-confiança andam de mão dada, um alimentando o outro. E uma das formas mais fáceis de abrir em nós este sentimento de amor, é exactamente através da percepção da gratidão, do quão gratos estamos por uma série de coisas que temos na vida. Isto vai-nos devolver a certeza do que também temos e retirar cada vez mais de nós, a tentação para vestirmos o papel da vítima que tantas vezes nos tenta.
Sobretudo, não te esqueças…
Tu és o teu melhor amigo !
Se não assumires esta verdade, vais sempre estar a actuar a partir de uma plataforma de dívida, de dar sempre a mais do que aquilo tens, a distribuir sem abastecer. Entrarás na tentação de ir buscar aos outros, o que não tens em ti - a aprovação.
Tu és dono da tua vida, e o maior fã de ti próprio. Só isso te dará a força e a segurança de continuares o teu caminho.
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Não te esqueças que é muito importante ao longo deste processo que tenhas bem presente o teu objectivo. Muitas vezes a nossa mente consegue interpor-se no nosso caminho com a desculpa da razão, com a necessidade da objectividade. Aqui não há o certo ou errado. Aqui há uma vontade. A vontade de alterar, para o bem maior, a opinião que alimentamos acerca de nós próprios.
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Experimenta estas dicas. Se ainda assim, continuares com dúvidas acerca do teu valor, podemos-te ajudar de uma forma mais personalizada. Marca uma consulta.
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As 4 etapas de um processo de cura]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/05/15/As-4-etapas-de-um-processo-de-curahttps://www.eus-school.com/single-post/2018/05/15/As-4-etapas-de-um-processo-de-curaTue, 15 May 2018 07:31:31 +0000
Um dos ingredientes essenciais à cura é sermos mesmo capazes de percorrer o processo, de passar por cada uma das etapas (e das variadíssimas) oportunidades que as mesmas oferecem. São tomadas de consciência incríveis que nos elevam o significado da nossa vivência.
Escrevo hoje sobre isso, porque me deparo diariamente com pessoas estagnadas numa qualquer fase de uma jornada de cura, convencidas de que fizeram o processo e a não perceberem muito bem, porque razão mantém em si um sentimento de infelicidade. Isto acontece porque, na maioria das vezes não se permitiram evoluir no processo de cura. O processo parou, a energia estagnou.
De acordo com a minha prática, identifico como quatro as principais etapas de um processo de cura: o sofrimento, a tomada de consciência, a aceitação e finalmente a transformação. Qualquer uma destas fases tem uma aprendizagem, uma mensagem que importa recebermos antes de passarmos à fase seguinte. Saltarmos fases, não nos permite percorrer a totalidade da jornada, tornando o padrão original recorrente.
#1 O sofrimento
Esta é a fase da dor, a fase em que os alertas estão todos ligados e a sinalizar algo que necessita de ser transformado. Esta dor pode ser um trabalho que não gostamos, a perda de alguém querido, um hábito com o qual não nos identificamos…o que quer que seja que nos está no momento a trazer infelicidade.
Muitos de nós ficam nesta fase. A fase em que a dor se torna queixa, e aparece a revolta contra tudo o que nos acontece. Posicionamo-nos aqui como vítimas de circunstância. Desligamos todos os nossos reactores, e iniciamos o caminho do mártir.
A tentação em que não podemos mesmo cair neste momento é a de silenciarmos ou anestesiarmos esta dor. Fazermos de conta que ela não existe ou que não nos importa. (Desta forma desligaríamos todo o nosso sistema emocional, e com isso todo o contacto e prazer que tiramos da vida).
Essencial para fazer a travessia nesta etapa é a coragem e a presença. A coragem de estar de corpo e alma com o momento, com a dificuldade, com a dor. Só assim a mesma se mostra na sua plenitude e nos fala ao coração.
#2 A tomada de consciência
Com amor e enorme verdade, conseguimos algumas vezes passar à fase da tomada de consciência, a fase em que percebemos realmente o que nos está a acontecer, em que entendemos a história na qual estamos a ser personagens. Entendemos o nosso papel activo na construção e desenrolar da mesma.
Mas isto não é suficiente para desencadear o restante processo de cura. Podemos ficar aqui e não avançar. E isto é o que acontece quando lidamos normalmente com pessoas com um enorme foco mental e uma enorme necessidade de controlo. Permitiram-se sentir a dor, reconheceram todos as mensagens e padrões contidos na mesma, mas ainda não fizeram a incorporação, ainda não a aceitaram. (Típico de pessoas que nos mais pequenos pormenores, nas mais pequenas acções, não conseguem ser consequentes com o seu pensamento).
A tentação em que podemos cair nesta fase, é a de acharmos que conhecemos os nossos padrões e que nada temos a fazer. Deixamos todo o processo de cura apenas no plano intelectual, fechando-nos à vida e ao que a mesma nos oferece.
Essencial para esta fase é a introspecção, o silêncio, a atenção. A escuta interior, verdadeira e aberta, das mensagens do nosso coração.
#3 A aceitação
A aceitação é a etapa em que, não com resignação mas com celebração, entendemos em plena consciência e abraçamos com integridade os acontecimentos da nossa vida. Permitimo-nos sentir a dor, tomámos consciência das suas raízes e aceitámos a nossa parte co-criadora na mesma. Aceitámos cada detalhe da história. A luz, as sombras, os contornos e os enquadramentos. De corpo, de coração, em presença plena.
A tentação em que não podemos cair nesta fase é a de nos resignarmos, de “aceitarmos” em contrariedade (ou sem celebração pela benção de) todo este processo.
Essencial para esta fase são as qualidade da entrega, da confiança num bem maior, numa ordem superior das coisas.
E é assim que avançamos agora para a parte mais bonita do processo - a transformação, a alquimia da vida, em que através das nossas sombras enquadramos a nossa luz.
#4 A transformação
Esta é talvez a fase mais rica e mais desafiante de um processo de cura. A fase em que reconhecemos a sombra e honramos o seu papel na criação da perspectiva. É aqui que nos servimos da dor e a usamos como matéria prima para a nossa transformação. É aqui que entendemos todo o poder de transformação que uma adversidade pode conter. E honramo-la, e celebramo-la, e brindamos a toda a sua plenitude.
Esta é a fase em que, com uma enorme dose de humildade, reconhecemos efectivamente toda a riqueza do processo.
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A fase do processo em que bloqueamos, é normalmente a mesma qualquer que seja o desafio que estamos a enfrentar. São mecanismos de auto-sabotagem que aperfeiçoamos ao longo do tempo. Agora já podes perceber os próximos passos a dar.
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E tu? em que fase do processo de cura normalmente bloqueias?
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Em enorme compaixão,
Rita
PS - Se necessitares de ajuda a desbloquear um qualquer tema da tua vida, diz por favor. Esse é o nosso trabalho, a nossa histórioa, o que gostamos de fazer. Lembra-te que estás aqui para ser feliz!
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A fórmula mágica que esperavas !]]>Rita Sambadohttps://www.eus-school.com/single-post/2018/05/04/A-f%C3%B3rmula-m%C3%A1gica-que-esperavas-https://www.eus-school.com/single-post/2018/05/04/A-f%C3%B3rmula-m%C3%A1gica-que-esperavas-Fri, 04 May 2018 14:59:05 +0000
Quando o tema que mais vês afectar as pessoas, ser realmente o trabalho, quando te confrontas diariamente com vivências de frustração e de falta de amor próprio, quando vês tanta gente a não conhecer ou não acreditar nos seus talentos...
...não tens como não te levantar da cadeira e tentar ajudar.
Eu já passei por esse processo!